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VENDIDA AO TRAFICANTE

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intro-logo
Sinopse

"Qual seria a sua reação ao chegar em casa e saber que seus pais te venderam ao único homem que você sente nojo e medo? Pois é, imagine seus sonhos e sua vida sendo jogados no lixo por conta dos seus pais. Ninguém merece ter seus sonhos jogados fora aos seus 20 anos, mas infelizmente foi o que aconteceu comigo. Me chamo Ana Luiza, mais conhecida como Analu. Fui criada em um lar conturbado onde a droga sempre foi prioridade e a violência era algo normal. Nunca foi fácil, desde criança eu sofri muito com meus pais, tanto que tive que me virar aos meus seis anos de idade para arrumar dinheiro e bancar o pouco dos vícios deles. Mas quando completei meus 15 anos, fui morar em Campos do Jordão, em SP, com os meus avós, para ver se conseguia concluir pelo menos o ensino médio.

Mal consegui terminar meus estudos para enfiar a cara no trabalho dia e noite para conseguir pagar o fantasma que é o gerente dos vapores. Se eu não pagasse, era morte na certa, então sempre segui o certo mesmo que eu ficasse sem nada do salário todo mês. Mas como não estava bom, meus pais tiveram a brilhante ideia de me vender ao temido "PESADELO", dono do morro da Gaiola.

Me chamo Samuel, mas sou conhecido por aqui como Pesadelo. Sou um homem frio de poucas palavras, não rendo para püta nenhuma, sei que todas só querem meu malote, bando de interesseiras. Para herdar o morro do meu pai, tive que ralar muito. Por mais que ele me tenha dado total liberdade de fazer o que eu quiser até aqui, eu sempre comandei tudo com ordem e decência e assim conquistei o meu lugar como dono desse morro.

Sou cachorro solto, mas sou enjoado. Não pego qualquer uma, e quando pego é só um pente e rala, não me amarro a nenhuma mulher. Já tive uma experiência no amor e na moral não foi das melhores. Hoje em dia, para me prender a uma mulher, ela tem que ser muito f**a, fechamento 10/10 na moral. Mas enquanto ela não aparece, eu sigo a minha vida tranquilo."

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cap.01 analu
PERSONAGENS PRINCIPAIS Débora e pesadelo: filhos da Malu e talibã Diego : filho da bia e jovem Letícia : filha do Fantasma e Isis Otávio : filho do JP e Ayla Analu : filha do Júlio e da samella _____________________________________________ 4 ANOS DEPOIS ANALU NARRANDO PRÓLOGO Samella - leva ela - a minha mãe fala assim que eu entro na sala o homem que está ali me olha com um olhar frio pesadelo - ok - ok? Analu - levar eu pra onde samella? - pergunto e todos ficam sem falar nada - QUE p***a VOCE FEZ SAMELLA EU SOU SUA FILHA CARALHØ - grito com ódio porque eu sei exatamente o que eles fez, viro para o homem que está ali - quanto eles devem? pesadelo - 200 mil - ele fala frio e seco Analu - que merda de bandido que você é que deixa uma pessoa compra 200 mil de droga caralhø? - ele se levanta e vem até mim e eu dou passos para trás até encostar na parede. pesadelo - tu não testa minha paciência, pois eu não bato em mulher e não quero que você seja a primeira em que eu vou fazer isso garota - ele fala com sua voz rouca em um tom frio Analu - eu vou pagar dois mil por mês, mas pra isso eu vou voltar pra minha cidade e te mandar essa p***a todo mês - ele da uma risada sinistra pesadelo - tu só sai desse morro morta, a partir de agora tu é minha, e vai pagar a boca com serviços. CAPÍTULO 01 LIGAÇÃO : Analu : pai eu não tenho dinheiro, mandei dois mil pra vocês na semana passada, já gastaram tudo? Júlio : Dá teus pulos Ana Luiza, tenho que pagar o pesadelo no máximo na semana que vem e nem eu nem a tua mãe tem o dinheiro - ele fala com sua voz alterada Analu : quanto vocês estão devendo pra ele? - pergunto até preocupada com a resposta Júlio : eu só pego caralhø, fico perguntando essas coisas não - passo a mão na cabeça tentando controlar a raiva Analu : eu vou dá meu jeito - falo Júlio : seja rápida - ele nem me espera responder e desliga. LIGAÇÃO OFF. É sempre assim quando ele liga, não tenho outro assunto com os meus pais a não ser pagar as drogas que eles pegam na boca e deixam a conta pra mim se virar. Dudu - pela sua cara já até sei quem era no telefone - ele fala quando entra na cozinha e me vê Analu - cara eu mandei dois mil pra eles semana passada, e querem mais, eu sinceramente tô cansada disso, estou tentando conciliar a faculdade com os meus dois trabalhos e ainda tem eles pra me tirar do foco - falo e antes que ele abre a boca pra responder escuto a voz familiar Carlos - e te tirar do serviço também Analu, vamos restaurante tá cheio e os dois de papo, estão querendo ser demitidos? - o seu Carlos aparece do nada ali Analu - até parece que você tem funcionário melhor pra contratar - falo e já saio dali indo atender as mesas, antes que ele começa a me encher o saco. Desde pequena tive que me virar nos trinta pra trabalhar, nunca tive amor dos meus pais, era impossível a minha convivência com eles, e nem foi falta de tentar me dar bem com eles, por que eu tentei, mas nunca consegui fazer eles me amar. Desde os meus seis anos de idade eu comecei a trabalhar, vocês devem se perguntar, a mais quem contrataria uma menina de seis anos? ninguém óbvio, mas eu praticamente implorei pra uma senhora me contratar só pra me tirar de perto dos meus pais e assim ela me contratou, eu lavava a casa e as vasilhas, era difícil, mas eu sempre caprichei em tudo, ganhava na faixa de quatrocentos reais no mês, mas esse dinheiro eu nunca nem vi a cor, já que eles pegavam para pagar droga. Apanhar do meu pai naquela época era algo normal, e sim os pais devem educar os filhos, mais não espancar, porque era isso que eles faziam comigo, chegavam drogados em casa e me batiam até eu desmaiar e quando eu acordava eu tinha que me esconder pra não apanhar mais, teve vez que eu fiquei mais de duas semanas na cama por que não conseguia andar por causa das pancadas que ele me dava com pedaço de p*u e fio de extensão, fora os murros e chutes que eu ganhava, não era fácil, mas graças a Deus eu consegui sair de lá. Com 15 anos o meu próprio pai tentou me estuprar, eu lembro muito bem de tudo que aconteceu, e mesmo que ele negue, ele tocou minhas partes íntimas com malícia, eu contei pra minha mãe e ela me bateu me chamando de vagabunda, que eu estava querendo tomar o marido dela, tem noção do quanto a minha convivência com eles eram um inferno? Poxa ele era o meu pai, ele deveria cuidar de mim, mas os meus pais é e sempre foram meus piores inimigos. No fim a minha mãe acabou defendendo quem estava no erro, e eu tive que engolir tudo calada, e vocês devem se perguntar o por que eu não me afastei de vez deles. Por medo e por esperança, primeiro: medo deles me dar pra qualquer traficante pra pagar a dívida deles. segundo: a esperança deles mudar e se tornarem pessoas melhores. Mas é mais fácil eles fazerem a primeira opção acontecer do que a segunda, e se isso algum dia acontecer eu oro muito pra que não seja um traficante tão r**m e c***l como o pesadelo. Depois que o meu pai tentou abusar sexualmente de mim, os meus avós de parte de mãe me tirou lá do morro e me trouxe para morar aqui com eles no interior de SP na cidade campos do Jordão. O custo de vida por aqui não é nada barato, mas meus avós são muito bem controlados de situação, e quando soube do ocorrido com os meus pais eles preferiram me tirar de lá mais cedo, do que me ver virar outra drogada como a minha mãe, e pra mim foi a melhor coisa que os meus avós fez por mim. Eles pegaram a minha guarda pois eu já tinha direito de escolher com quem eu queria ficar o que foi mais fácil. Aqui eu consegui terminar o ensino médio, e mesmo que meus avós falem que eu não precise trabalhar eu ainda trabalho em dois lugares aqui na cidade, um é esse restaurante e o outro é uma loja de roupas, peguei os dois serviços para dar conta de mandar dinheiro para os meus pais pagarem o fantasma, e por mais que me dizem que eu não tenho essa obrigação eu tenho medo de receber a noticia que eles morreram por traficantes, por mais que eles mereçam pelo que já fizeram comigo, eles são meus pais e eu tenho esperança que eles mudem de vida. Hoje em dia eu tenho 20 anos, e faço faculdade de contabilidade, comecei com meus 18 anos, e graças a Deus estou acabando, o ano que vem se Deus quiser eu termino, claro que quem pagou foi os meus avós já que os 3 mil que eu ganho 2 mil é para os meus pais, e por mais que minha avó não goste que eu mando dinheiro pra eles, eu não consigo saber que eles tem que pagar a dívida por que se não pagarem eles vão morrer. A minha avó não liga muito, ela já correu atrás demais da minha mãe, mas quando a minha mãe bateu na sua cara quando a minha avó falou umas verdades pra ela, nunca mais minha avó falou com a samella, eu não me meto nesse meio, só faço de tudo pra não ser vendida para o tráfico e para não receber a noticia que eles estão mortos. Quando da por volta das 18:00 da tarde saio do restaurante, graças a Deus que hoje é sexta e amanhã eu não trabalho, quero dormir o dia todo, penso isso até escutar o meu celular tocar vendo ser a Letícia, ela é filha do Fantasma, sei disso por que eu sempre vi os filhos dos patentes alta na escola, menos o pesadelo, esse eu nunca vi e nem quero vê, dizem que ele é muito c***l, não ama é frio e tem um olhar sinistro que deixa a gente com medo, por esse motivo eu sempre esperava o fantasma vir cobrar na minha casa para eu não ter que ir na boca e topar com aquele homem. Enfim a Letícia e a Débora são minhas melhores amigas aqui, elas se mudaram para campos do Jordão com 19 anos pra fazer faculdade, hoje foi o último dia de aula, tanto delas quanto o meu, graças a Deus amanha tô de férias. ligação on Débora/Letícia - fala lindaaaaaa - elas fala assim que eu atendo o celular então eu sorrio, as meninas não sabem nada dos meus pais que moram lá no morro, eu nunca falei da minha vida pessoal pra ninguém, pra elas eu sou daqui mesmo Analu - quanta empolgação - falo sorrindo Débora - pois esteja animada que hoje vamos sair pra comemorar esse ano, já que tu não quer ir pro rio curtir o bailão com a gente - ela fala e eu sorrio Analu - tenho que trabalhar gatona, mas prometo visitar vocês assim que der Letícia - nossa amiga é patricinha não quer visitar as faveladas - ela fala e eu caio na risada Analu - larga de fazer drama dona Letícia, sabe muito bem que não sou isso - falo e ela sorri confirmando - mas enfim onde vai ser nossa despedida? Letícia - vamos te pegar na tua casa e a gente vai lá naquele restaurante pontremoli que tal? - concordo Analu - as 20:00 estarei pronta - falo e elas concordam a gente fala mais algumas coisas e logo a gente desliga. ligação off Eu sei que deveria contar a elas que eu cresci naquela favela, mas tenho medo de perder a amizade dessas duas, elas são como irmãs pra mim, só confio nelas pra tudo. Hoje por ser o último dia de aula eu nem vou, normalmente é só bagunça e eu prefiro curtir com elas.

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