Capítulo 6

1620 Palavras
ADAM RIVERA - Chefe, hoje chegará encomenda. Algumas garotas querem trabalhar para mim, em meu bar, lá as coisas não são leves, se precisarem deitar com algum cliente, tem que estar disponível, as regras são clara, elas tem que saberem onde estão entrando, eu não forço ninguém a entrar nos negócios, sem que fique tudo por ser dito. - Todas são maiores de idade? - Sim chefe. - Marque uma reunião hoje no fim da tarde com a Mary, ela vai saber o que fazer, podem ir. Mary é a pessoa que cuida das garotas da casa, tudo que elas precisarem, desde treinamento, aulas de danças, comportamento para serem sensuais e todas as regras, quando preciso me satisfazer, Mary sempre me envia algumas garotas para minha casa. Meus empregados se vão me deixando sozinho, em meu escritório como mandei. Então me lembro da garota que está em minha masmorra, seus olhos são como chocolates derretidos, com longos cílios escuros, sua pele parece ser fresca delicada, aquela boca tão corada e carnuda, a vontade de morde aqueles lábios são inevitáveis, movo meus dedos imaginando tocando seus cabelos, eles brilham e lhe tocam a cintura fina, ela com certeza sentiria asco de mim, ao saber dos meus pensamentos sobre ela. - Chefe, Senhor Adam! Leonor entra em meu escritório agitado. - Sim? Falo saindo dos meus pensamentos. - Porque tens uma princesa presa em sua masmorra? - Ela não é uma princesa, é minha prisioneira. Respondo sabendo muito bem, que Isabela poderia se passar por uma princesa sem contestação. - Não consigo imaginar uma moça, com aquele rostinho fazendo qualquer coisa ilegal, ao ponto de ser presa por você. - Leonor, isso é assunto meu, bastar saber que ela é minha prisioneira e que ela não ira embora. "Nunca" Era exatamente isso que eu queria gritar. - Ao menos posso liberta-la da cela? - Eu não confio nela, para deixa-la perambulando pela minha casa! Falo para Leonor, que me olha da quele jeito irritante que eu odeio, como se eu estivesse errado. - Não me olhe assim! - Assim como? Leonor retruca, erguendo uma das sobrancelhas, empregadinho abusado! Porque ainda o mantenho vivo? - Leonor! Falo rude, ele é meu amigo, mas também é meu empregado e ele nunca pode esquecer disso. - Ok, não está mais aqui quem falou, mas que você está errado está! - Leonor! Dessa vez minha voz sai agressiva, num rosnado e Leonor sai apressado de minha sala resmungando algo que não escuto. - Ele que não me atente, aquele vara p*u abusado dos infernos! Reclamo já impaciente e de mau humor. Passo o dia trabalhando, entre surto e gritos! Olhando que deposito do dia, ainda não foi feito, para uma das minhas contas fantasmas. - Como isso é possível? Berro com meu empregado que mandei chamar, ele me olha com os olhos esbugalhados. - Chefe, o deposito é feio no fim da tarde, ainda são 14h. - Eu sei o c*****o da hora, não quero ouvir a p***a das suas desculpas, está de gracinha comigo? Eu não perguntei o c*****o da hora. - Eu posso resolver isso agora. - Agora? Você quer resolver isso agora? Isso já era para estar feito, p***a! - Mas chefe, todos os dias fazemos no mesmo horário... - Não interessa o que vocês fazem todos os dias, para mim está parecendo que vocês passam o dia a coçar os ovos e baterem punheta! - Então não é mais para fazer? Ele diz e m*l escuto sua voz. - Vai fazer a p***a do deposito e some da minha frente! - Mas faço agora ou no fim da tarde? Não credito na droga dessa pergunta, olho para ele mostrando os dentes, pronto para avançar nele, o homem parece perder as forças nas próprias pernas e cambaleia, caminhando de costas até a porta e usando a inteligência, ele some de minha frente. - Inferno! Paro o trabalho para almoçar, Susana me serve o almoço, como todos os dias. - Onde está o Hélio? Pergunto, partindo um pedaço fumegante de carne, Hélio é meu funcionário pessoal, nada chega até mim, sem sua supervisão. - Ele conferiu o cardápio e sumiu com o Leonor, vez ou outra ele aparece, pega alguma coisa e volta a sumir! Fecho a cara, o maior defeito do Hélio é dá trela ao Leonor, os dois são amigos e isso me irrita. - Que tipo de coisas ele está levando? Pergunto a Susana. - Coisas. - Que tipo de coisas Susana, não me faça perder a paciência que eu não tenho. - Várias coisas, a última coisa que ele levou foi uma cadeira. - Cadeira? - Sim, mas antes levou um mesinha, que estava em um dos quartos de hospedes, lençol, almofadas e até uma lâmpada. - Chega Susana, já está bom, já ouvir o suficiente. Resolvo autorizar, que leve o almoço de Isabela, afinal ela comeu apenas um pão pela manhã e já são quase 15h da tarde. - Prepare o almoço da prisioneira, algo simples, só o básico. - Leonor já preparou e levou senhor! Não seguro o rugido de raiva, Leonor é um intrometido do c*****o, ele sempre está a meter seu nariz onde não é chamado, mas irei ter uma conversinha com ele. - Pode ir Susana, se precisar de você eu chamo. Dispenso minha empregada e penso em ir lá na cela, ver o que estão aprontando, mas se eu for lá com com certeza irei destruir tudo, é mais forte do que eu na maioria das vezes, apenas tento me controlar e fico por aqui, Leonor não aparece hora nenhuma durante a tarde, quando o vejo já é quase fim de tarde. - Então? - Então o que? - Leonor! - Não brigue comigo, estava dando o jeito na cela da Isabela, não podia deixar ela ficar em uma cela só com um colchão velho. - Então você resolve mobiliar o lugar? Sabe que aquilo lá é uma prisão e não um quarto de hotel e ainda levou o Hélio. - Chefe, a Isabela é tão querida, o Senhor precisa ver, nossa! - Você passou uma tarde com ela e já acha a melhor pessoa do mundo? Fico puto, uns sentimentos me tomam, mas eu não os conheço, são desconhecidos para mim, pois nunca sentir, algo assim, que me sufoca e me deixa raivoso na mesma proporção e rosno para Leonor. - Eu não quero você colado com a Isabela, não a quero amigo dela, não quero homem algum na cela com ela. Leonor me olha parecendo divertido ao responder. - Sim chefe! - Leonor estaca de p*u, sai da minha frente agora! O dispenso, sentindo o fim da minha paciência. A noite já no meu quarto me sinto inquieto, uma vontade quase física de ver a Isabela, a hora já é avançada, não me seguro e vou até lá, caminho a passos leves, não quero ser anunciado, o local não está tão escuro como estava antes, o corredor tem uma luz acessa que também clareia um pouco a cela e isso é obra do Leonor, abro a cela e tudo é silêncio, olho para cama e não vejo Isabela, mas logo meus olhos a vem sentada em uma cadeira de madeira, em volta de uma pequena mesa de cabeceira, ela está deitada por cima dos braços, me aproximo e constato que está dormindo, sem pensar a pego nos braços, tendo todo cuidado que ela não acorde, a cabeça de Isabela repousa em meu peito, onde provavelmente ficaria me coração, se eu o tivesse, seu cheiro doce e suave começa a vim em meu nariz, sem resistir levo meu nariz até seus cabelos e inspiro forte, seu cheiro parece entrar no meu sangue, pois correr mais veloz por minhas veias, ela é tão cheirosa, Isabela é a coisa mais cheirosa que já sentir! Com cuidado, como se ela fosse um botão de rosa delicada, a deposito no colchão, que agora tem lençol, travesseiro e lembra a uma cama, ao lado da cama, um pequeno ventilador já ligado, seu rosto vira para o lado, a olho atentamente, seus cílios pesados fazem sombra em sua pele abaixo dos seu olhos, seus nariz é mais arrebitado do que lembrava, sua boca semi aberta é linda e parede tão macia, não consigo ir embora, quero olha-la, sua beleza chama meus olhos o tempo todo, levo meus dedos até sua bochecha, gemo baixo ao tocar sua maciez, seguro uma mecha dos seus cabelos e esfrego entre meus dedos, macios! Um pensamento me vem à mente, sua bocetinha deve ser mil vezes mais macia, ela é tão baixinha, tão pequena, não sei se me aguentaria, sua b****a deve ser fodidamente apertadinha! Sem que eu controle, sinto o sangue correr quente e se acumular em uma parte, especifica do meu corpo, enchendo a frente da minha calça, sinto um t***o tão forte como não lembrava antes, me levanto agoniado e duro, ela é tão nova, só tem dezoito aninhos, eu 37, nunca senti atração por garotinhas, sempre gostei de mulheres feitas, isso era totalmente novo para mim. Olho para mesinha ao qual ela dormia e vejo um livro: Romeu e Julieta, uma imagem do casal na capa e abaixo o nome do autor: Shakespeare, tudo está bem iluminado por um pequeno abajur em cima da mesa. - Mulheres! Resmungo virando a cara para o livro e desligando o abajur, saio da cela a trancando em seguida. Chego no meu quarto ainda duro, o t***o presente, meus pensamentos em Isabela, eu poderia força-la a ir para cama comigo, ela poderia pagar a dívida do seu pai se transformando em minha p**a, eu não reclamaria, penso apertando meu p*u que grita por alivio.
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