ADAM RIVERA
Saio da cela puto, raivoso, sem ao menos conseguir controlar minha respiração, quando Isabela abriu a boca para agradecer a Leonor e Hélio a fúria me dominou e não enxerguei nada a minha frente, vi tudo vermelho, a voz como melodia, a forma doce como ela se referia aos dois, me fez sentir coisas que não conseguir frear, então quebrei tudo, ou era isso ou era quebrar ela!
Ela falou bem na minha cara que me acha um monstro, por mais que ela fale que não, eu sei que foi por conta da minha aparência, ela nunca falaria algo bom sobre mim, nunca falaria sobre mim da forma doce como falou dos meus empregados.
Encontro Leonor no caminho e já expresso minha fúria contra ele:
- Se você ajudar Isabela mais uma vez, com o que quer que seja, será um homem morto!
Leonor me olha, de um jeito impassivo, como se sua vida não tivesse acabado de ser ameaçada, tenho vontade de soca-lo, não me contenho e avanço até ele o segurando pela gola do seu uniforme e continuo a falar:
- Não abuse de minha boa vontade Leonor, somos amigos, mas também sou seu chefe, mas do que isso, sou dono de sua vida, aconselho a nunca se esquecer disso!
Ele me olha penoso, sabe que não pode se demitir, não pode ir embora nunca, eu nunca permitiria sua liberdade, nem ele e nem qualquer outro funcionário meu, não com todas as informações que eles sabem de minha vida, todos os meus empregados tem contratos vitalícios comigo.
- A parti de agora, eu quero que apenas a Susana atenda a Isabela, apenas a Susana e mais ninguém, passe meu recado ao Hélio!
Largo o Leonor, que continua a me olhar impassivo, ele está comigo a mais de 9 anos, já não se abala com muita coisa.
- Peça para Susana levar uma muda de roupa limpa para Isabela e ajuda-la com o banho, depois lhe sirva o café da manhã, lembre-se que ela não está em um hotel, nada de luxo, apenas o básico.
Dou as costas e vou até a biblioteca, onde também tenho um escritório e um pequeno bar, me sentindo agitado, opto por acender um cigarro, trago soltando a fumaça lentamente pela boca e nariz, termino por me servi de uma dose pura de whisky e tento aplacar minha raiva e entender sua origem.
Acabei de conhecer Isabela, essa garota é filha de um ladrão, certamente também deve ter uma índole duvidosa, ela é tão linda que se não visse com meus próprios olhos, não acreditaria que existisse alguém assim, com um exterior tão perfeito, assim que pus meus olhos sobre ela, algo nasceu dentro de mim, eu não conseguir controlar essa raiva, quando a vi rasgar elogios a outros homens, mesmo que sejam meus amigos eu não o suportei.
Com certeza deve ser por precaução, ela pode ludibriar eles com seus rostinho de anjo, com seus olhos de chocolate derretidos, aqueles lábios Frutal, pensar na quele rosto me deixa arrisco, feroz, quando estou com uma mulher na cama, apenas busco satisfação s****l, não gosto de beijos, carinhos, não faço e não recebo, mas os lábios de Isabela parecem terem sabor, como seria tê-los colados aos meus? Meu corpo começa a ganhar vida, ter vontade própria, a ideia de faze-la minha amante, volta com tudo, Isabela veste uma jardineira simples, folgada, será que seu corpo é tão belo quanto seu rosto?
Tentando não pensar na garota, de caráter duvidoso, começo a trabalhar, hoje o dia para minha paz foi sobrecarregado, reuniões por conferência, ligações intermináveis, contas e mais contas para conferir referente ao bar, hoje a meia noite chegaria uma carga de drogas para serem vendida na casa e tudo tinha que está sob a mais rigorosa monitoração, talvez eu devesse ir ao bar hoje, tomar uns drinks e f***r algumas garotas, não é algo que faço com frequência, prefiro que as garotas sejam enviadas até a mim, mas também não seria nada que nunca tenha feito antes.
Quando a noite cai, estou exausto e ao mesmo tempo aceso, não conseguirei dormir tão cedo, provavelmente será uma noite longa, pelo horário Isabela já deve estar dormindo, uma vontade sufocante de ir até lá e olhar aquele rosto lindo me possui, chega a ser torturante, então me decido! Tomo um banho, visto algo escuro, meus cabelos soltos tocando meu ombro, o qual ajuda a esconder meu rosto imperfeito, junto com a barba e o bigode, e assim saio de casa e sigo para o bar.
Entro por uma entrada privativa, o nome do estabelecimento se chamar BARGill, mas é bem mais que isso, um tipo de casa noturna luxuosa, com shows sensuais, poli dance, bebidas, drogas, quartos reservados, tudo para quem procura diversão, recebemos todos os tipos de clientes, desde bandidos, policiais, a nomes importantes na sociedade, sigo para uma área reservada, apenas para nata, grandes e poderosos empresários, aqui temos as melhores garotas, bebidas e qualquer coisa que precisarmos, ao fim da área vip, tem um corredor com alguns quartos, todos confortáveis e prontos para serem usados para fodas.
- Adam!
Mary me recebe, como sempre ela me trata por seu primeiro nome, talvez por termos trepado muitas vezes, ela se apegou a alguma i********e comigo, Mary trabalha para mim a muitos anos, tivemos um caso fixo que durou dois anos, ela é uma mulher madura experiente, com seus 36 anos, é bastante sexy, terminamos porque Mary falou em relacionamento, eu não me vejo tendo uma mulher fixa em minha vida, eu nem saberia fazer isso, por mais que Mary tenha dito que falou por falar, eu vi em seus olhos que ela queria ser minha, mas eu não queria ser dela, também me pergunto como uma mulher bonita como Mary poderia querer algo sério comigo e a resposta foi apenas uma: Poder! Então quando vinham por aqui, acabava sempre por sempre escolher outras garotas e assim nossas fodas fixas chegaram ao fim.
- Mary.
A cumprimento, ela beija meu rosto, com seu gritante batom vermelho de p**a, suas unhas da mesma cor, um vestido preto inteiro revelador.
- Acomode-se, vai beber o de sempre?
- Whisky!
Falo e me sento em uma poltrona da área privativa, acendo um cigarro, uma garrafa de exclusiva de real salute e colocada a minha disposição e logo me sirvo de uma dose, as garotas não demoram a chegar, praticamente seminuas, com saias que mostram a calcinha fio dental, a barriga chapada a mostra, os s***s siliconados e enormes m*l cabem dentro de micros biquinis, elas são instruídas, se insinuam, se oferecem, uma loira dança para mim, ela rebola indo até o chão, me mostrando a calcinha ao se agachar, meu p*u endurece de forma preguiçosa, desempenhando sua função, mas o t***o não grita.
- De costas!
Mando e ela obedece prontamente, a loira rebola gostoso, me mostrando seu r**o, em certo momento, ela coloca as mãos nos joelhos e eu vejo tudo, vejo a linha da calcinha indo do seu cu a sua b****a, quando ela volta a se virar, ficando de frente, eu mostro o que quero, quero uma mamada, um boquete, talvez uma boa g****a seja tudo que eu preciso.
Poderia levar a loira para um dos quartos, talvez faça isso depois, mas por hora não o farei, a iluminação da área vip é ainda mais escura que as demais área do BAR, luzes apropriadas deixa o ambiente numa iluminação sexy, não é comum trepar nessa área com demais pessoas, mas também não é proibido, a loira fica de joelhos entre minhas pernas eu abro lhe dando espaço, não demora para meu p*u está em sua boca e ela chupa.
Fechos os olhos tentando apreciar o boquete, não sei quantos minutos passou, mas já sinto a exaustão da loira, de tanto chupar e chupar, mas o g**o não vem, ela me leva no fundo de sua boca, numa garganta profunda profissional, nada! Continuo duro, e******o e longe de gozar!
Abro os olhos e por alguns segundos tenho uma ilusão de ótica, vejo um par de olhos de chocolates derretidos me olhando enquanto me chupa, então o primeiro gemido genuíno escapa de minha boca, mas a realidade bate, e os olhos de chocolates são substituídos por olhos amarelados que mais parecem lentes de contato.
- Sai p***a!
Já impaciente afasto a loira de mim, levanto já fechando minha calça e perturbado decido por ir embora, chego em casa o dia ainda não amanheceu, porém está perto, tento ir para meu quarto, mas não consigo, quando percebo estou caminhando em direção a masmorra.