CAPÍTULO 1

1097 Palavras
Leila já estava habituada em sua casa, ela estava super feliz com seu filho. Ana por sua vez estava tendo problemas com seus pais e namorado. Eles não queria que Ana assumisse a responsabilidade de colocar o nome dela em uma criança que não era sua. Seus pais disseram que ela poderia ficar com a responsabilidade de criar um filho que não era dela. O que Ana e nem Leila não sabiam que isso mais tarde iria acontecer. Os pais de Ana até parece que estavam prevendo o futuro de sua filha de 21 anos. Leila não estava bem, passado três meses do nascimento de Noah, ela andava sem forças e ânimo. Ana já pressentia que Leila estava m*l, ela pediu para sua mãe ficar com Noah para que pudesse levar Leila ao hospital. E assim as duas foram. O médico atendera Leila, pedira vários exames. Leila não achava que poderia ser algo grave, acha que por não dormir tanto ou comer como se deve, ela poderia está só com uma anemia. Ana ficou com ela em todas as etapas dos exames. Foram embora, pois os exames só estariam prontos dentro de três dias. Ana estava com medo do que viria, porém Leila achava que não era nada e tratou de amenizar as coisas para a amiga. Três dias depois Leila foi sozinha buscar os exames e falar com o médico. Deixara Noah com a mãe de Ana mais uma vez. Ao chegar no consultório, a feição do médico não era boa. Ele pedira para ela se senta e começou a explicar sobre os exames. Ele infelizmente deu a pior notícia a Leila. Estava condenada a morte, tinha uma doença rara, no qual ela não tem muito tempo de vida. Antes poderiam fazer alguma coisa, mas agora não poderia fazer nada, nem o tratamento seria viável, pois só iria lhe causar mais dor e sofrimento. Leila ficou sem chão, o que faria agora? Ela tinha um filho, que amava muito por sinal, ela não queria deixá-lo. Ela começou a chorar, desesperada não sabia o que fazer. O médico tentou acalmá-la, mas nada faria, pois o desesperado de deixar seu filho era maior. Ele não tinha ninguém, nem o pai o queria, e agora ele se sentiria rejeitado por ela, a mãe. Ela questionou ao médico quanto tempo mais ela teria, o médico não deu a data e nem tempo exato, mas disse que isso pode acontecer a qualquer momento. Ela saiu chocada com a situação de sua vida. O que iria ser de Noah agora? Ela poderia morrer hoje, amanhã ou daqui um mês, mas como ela poderia deixar seu bem precioso. E com quem. Ela pegou seu filho na casa de Carla, mãe de Ana. Carla percebera que ela não estava bem, mas Leila não disse nada, foi embora. Chego em sua casa e se derramou a chorar. Olhava para seu pequeno e chorava mais. Ana foi direto para casa dela, porém Leila não disse nada a Ana, achou melhor não contar nada sobre a doença. Ana não quis forçar a barra com ela, mas sabia que estava acontecendo alguma coisa. Dois meses se passaram e Leila havia passado m*l na rua, acabou sendo levada para o hospital. Ana saiu da livraria e se encaminhou para o hospital. Ela viu sua amiga debilitada, Leila m*l conseguia falar, mas essa era a hora. Leila tinha que pedir Ana para cuidar de Noah. Ela tinha que falar da doença. Ela pedira a Ana para chegar mais perto da cama, Ana assim o fez. -Ana, você para mim é mais que uma amiga, é uma irmã, e também a segunda mãe de Noah. -Leila, calma, não se canse, evite falar, o médico já vem. -Não eu preciso falar, Ana eu estou desenganada, eu tenho uma doença rara e não tenho muito tempo de vida. Quando soube disso meu mundo caiu, deixar Noah desamparado não era a minha vontade. Eu o amo desde que descobrir sobre a gravidez. Ana, eu só posso contar com você. Quero que você cuide do meu filho, do nosso filho. -Calma Leila você vai ficar bem... -Não, eu não vou, o médico já me disse que eu vou morrer, então eu preciso que você prometa que vai cuidar do Noah com se ele fosse realmente seu filho. Nunca vai abandoná-lo, e nem deixar que o pai dele ficar com ele. O pai dele não presta Ana, ele só faria m*l ao Noah, portanto quero que você me prometa que ele será seu filho. Leila já não estava aguentado mais nada, tossia muito, estava com falta de ar. Ana vendo todo aquele desespero, prometeu a ela que cuidaria de Noah como se fosse o filho dela. Logo após a promessa Leila sorriu e agradeceu a amiga. O médico chegou e pediu Ana que saísse do quarto para deixar Leila descansar. Ana chega em sua casa chorando muito. Noah já estava em sua casa com sua mãe. Ela contara sobre a doença de Leila para a mãe e a promessa. Sua mãe não concordou muito com a promessa. Para Carla, Ana tinha que questionar a Leila sobre o pai do bebê, mas Ana não queria, sabia que Leila nunca falou bem do pai de Noah, e não iria entregar ele para qualquer um, ainda mais um cara que não quis saber do filho. Uma semana após Leila se internar no hospital ela morre. Anastásia fica desolada, não sabendo o que fazer. Seus pais cuidaram do enterro e de toda papelada. Ana se viu sozinha com um filho que não era seu, seus pais falavam todos os dias que ela deveria procurar o pai de menino, mas Ana não queria, não queria desfazer a promessa que havia feito a Leila. Passou se meses, Noah estava completando um ano, fizeram uma festa para ele. Ana não queria que essa data passasse em branco. Mas no dia do aniversário de Noah, a vida de Ana dá mais uma virada, seu namorado José Rodrigues, não aguenta mais a situação de dividir a namorada com uma criança que não é dele e nem dela, simplesmente termina o namoro de três anos. Ana se sentiu no chão com o término, não amava para casar, mas gostava dele, o que eles tinham apesar de não rolar sexo entre eles, era legal. Porém ela não poderia fazer nada, ela não poderia abrir mão de Noah. O mesmo já a chamava de mãe, e escutar essa palavrinha encheu o coração dela. Estava disposta a abrir mão da sua vida, para viver a vida junto a Noah.
Leitura gratuita para novos usuários
Digitalize para baixar o aplicativo
Facebookexpand_more
  • author-avatar
    Escritor
  • chap_listÍndice
  • likeADICIONAR