CAPÍTULO 2

815 Palavras
Tempos atuais... Ana morava em Seattle, depois de receber uma proposta para trabalhar em uma editora de Seattle, ela não recusou, pelo contrário, Ana, depois de tudo que passou em Portland, se viu na obrigação de recomeçar a sua vida longe de tudo. Ela sofreu muito após o término com José, mas resolveu ergue a cabeça e cuidar somente do seu filho. Ela não se relacionava mais com ninguém após José, só vivia para seu filho. Ana se mudou para um apto em Seattle, morava somente ela e Noah. Ela trabalha Publicações Grey durante o dia, era editora chefe. Ganhava um salário muito bom, fora que tinha sua economia para se sustentar. Ela estava feliz com a vida que tinha hoje. Apesar do que acontecera com sua vida, ela não reclamava. Seus pais não queria que ela trouxesse Noah para morar com ela, eles queriam que ela o deixasse sendo filho deles. Mas Ana não quis, ela o trouxe para morar com ela, e contratou uma babá que pudesse cuidar dele durante período que ela estivesse fora. Ana não se importava com mais nada, tudo que queria era chegar em casa e encontrar seu pequeno de olhos cinzas e cabelos acobreados. Noah era a cópia perfeita de Christian Grey. Cabelos, olhos, sorriso. Tudo era do Sr Grey. Mas Ana não sabia disso, e nem mesmo se preocupava em quem era o pai de Noah, pelo contrário, ela não queria saber e para ela esse filho era dela. Porem o que Ana não sabia que seu destino com o pai do garoto já estava traçado. Ana tinha uma amiga em Seattle, Kate Kavanagh. A mesma além de jornalista, era noiva de Eliot Grey, sendo assim cunhada de Christian Grey. Tudo estava a favor do pequeno Noah. Ele estava tão perto do pai, que m*l sabia que isso poderia acontecer. Christian por sua vez, continuava com sua vida vazia, porém não tinha mais submissa, ele cansou de tanta submissa apaixonada por ele. Não queria se envolver a ponto de namorar alguém. Ele vivia de casa para o trabalho e do trabalho para casa. As vezes visitava seus pais e seus irmãos. Ele era o chefe, não admitia erros. Tinha em seu nome empresas muito grandes, a única que era pequena, se tratava de uma editora que ele havia comprado na falência da mesma a dois anos. Transformando assim em uma editora rentável e bem estruturada. Essa editora trouxe jovens com garra para alavancar seus lucros. Christian queria uma cara jovem para a editora, e por isso contratou vários jovens formados. E a sua decisão foi acertiva. A editora é a melhor de Seattle. Ana chegava todos os dias do trabalho cansada, mas ao ouvir a voz do seu pequeno anjo a chamando de mamãe e correndo para ela, ela esquecia do seu cansaço e do dia estressante que vivera. Depois de passar horas brincando com o filho e o banhava e colocava para dormir. E só depois ia fazer suas coisas. Ela não reclamava, adorava Noah com todas as forças. Kate nunca entendeu como ela teve um filho, já que Ana nunca falava da gravidez quando se falavam ao telefone. Ana não contou a amiga que Noah não é filho dela. Não quis dá margem para a amiga dizer que ela deve procurar o pai do menino e o entregar. Ela não queria ouvir as mesmas coisas que seus pais falam. Entretanto o que eles não sabem é que Ana daria sua vida por Noah, e que se um dia o pai dele resolver requerer a paternidade ela lutaria com todas as forças por Noah. Kate vira Naoh e o achou parecido com alguém, mas ela não soube dizer quem. Ana não quis saber, até mesmo tinha medo que Kate conhecesse o pai de Noah, já que ele não parecia com Leila, então ele era parecido com o pai. Mas Ana não se ligava a isso. Ninguém, a não ser seus pais e José sabem que Noah não é filho dela. Ela morrerá guardando isso com ela. Eliot ainda não teve oportunidade de conhecer Noah, mas conhecia Ana, já saíram os três juntos. Tudo para Ana corria bem. Não tinha com que se preocupar, ia para casa dos seus pais todo final de semana, mesmo porque foi essa a condição imposta por eles. Eles adoravam Noah também, mesmo que para eles Ana não deveria ter assumido tão responsabilidade. Mas já que o fizera, iria ajudar sua filha com seu neto. Noah os chamavam de Vovó e Vovô. Eles adoravam ouvir ele. Ana nunca mais viu José, também não procurou saber dele, ele o abandonara a hora em que ela mais precisava dele, mas também não tinha raiva ou magoa dele, entendia seu lado, era muito para ele. Mas para ela não, ela aceitou isso tão fácil, que dá para se dizer que Noah realmente é filho dela.
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