Ramos de cerejeiras

1343 Palavras

Longos dias se passaram desde a morte de Eliot, e, apesar das condolências, nada ainda tinha sido feito. Ninguém encontrara o culpado. Wellehallfax falhou como chefe e como amigo. Se o capitão tivesse sido morto, certamente Eliot não desansaria até pegar o responsável. Se bem que, caso tivesse vivo, Eliot, alegre, o aconselharia a deixar essa história para trás. No entanto, ele não estava. E Wellehallfax só poderia seguir em frente no dia em que punisse o autor do crime. O capitão, de pé, na cabine, rotacionou o timão, fazendo o veleiro rumar para a lateral, enquanto deslizava suavemente pela superfície do mar. Wellehallfax possuía um mapa f**o feito a mão debaixo do braço, que serviria de guia, caso Wellehallfax já não o tivesse decorado. Cada linha e cada traço, ele sabia de có.

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