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Meu recomeço no morro.

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intro-logo
Sinopse

Ela diferenciada de todas as outras e ele só um dos mais perigosos do Rio de Janeiro. Embarque nessa história e deixe se levar, afinal nem sempre na história a mocinha fica com o príncipe, ou fica?

Se apaixone junto comigo por essa história!

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Características da Helena: 20 anos, loira e cabelo curto, s***s médios, b***a grande, olhos castanhos claros e boca normal e com 1.61 de altura. Características do Wellington: Branco, corpo repleto de tatuagens, cabelo na régua e com 1,87 de altura. Guilherme: 40 anos, cabelo grisalho, 1,80 de altura, bonito. ~ HELENA NARRANDO ~ Sejam muito bem vindos à minha vida, fudidamente, fudida. Sim, é isso mesmo que você leu. Minha vida não é um conto de fadas e eu nem quero isso pra mim, mas acho que a vida poderia ser um pouco melhor pelas coisas que eu já passei. Será que é pedir demais? Vou contar um pouco pra vocês do que eu já vivi e você vai entender. Perdi minha mãe muito cedo, mais ou menos quando eu tinha uns 10 anos de idade. Nunca tive um pai, eu morava no alemão e como minha mãe era casada, a única pessoa que me restou foi o meu padrasto, infelizmente, ele acabou me vendendo com apenas 16 anos para o dono da empresa onde ele trabalhava no asfalto. Tá achando que eu já passei por muita coisa? Não te contei nem a metade do que vivi ainda. Como eu fui vendida para um cara de no mínimo 35 anos de idade, eu já sabia que ele não queria brincar de boneca comigo, infelizmente. Eu comecei a trabalhar na casa dele de serviços gerais e então ele me violentou, eu era virgem e queria perder com a pessoa que eu amasse, iludida eu. A gente acabou se casando por que a "mídia" acabou descobrindo que ele transava comigo, se soubesse que eu era obrigada acho que surtariam. Hoje eu tô aqui, com 20 anos de idade, casada com um cara de 40 anos de idade, onde ele chega do trabalho todos os dias drogado, ele usa cocaína, me violenta e me espanca. Já sofri 3 abortos. Ele não me deixa sair de casa, acredite, eu já tentei. Eu acho que é isso, não tenho ninguém, porém eu tenho uma conta no banco à qual ele não sabe, essa conta eu já consegui juntar 20 mil reais. Sim, eu pegava dinheiro escondido dele, eu precisava, eu quero fugir daqui, dar um fim nisso! Minha vida é essa, e aqui estou eu, fazendo o jantar por que daqui a pouco o demônio chega noiado. São 19:30 hrs e ele chegou, me deu um selinho e subiu. Pela primeira vez não senti cheiro de drogas ou bebidas e muito menos sintomas. Graças a Deus. Pela primeira vez também ele me deu um selinho quando chegou, em dias normais ele já chega tacando as coisas em mim, por isso vivo cheia de roxos espalhados pelo meu corpo. Alguma coisa tem, por que ele chegar assim não é normal e eu vou descobrir! Subi, entrei direto para o banheiro e tomei um banho relaxado. Saí e vi ele só de cueca, ele pode até ser um monstro comigo, mas p***a, Guilherme é um homem muito bonito e no fundo bem lá no fundo, quando eu fui vendida queria que ele fosse carinhoso comigo. Aproveitei que ele estava de costas e fui pegar uma roupa no closet pra mim, peguei uma camisolinha fresca, toda branca de renda, não pra provocar ele e sim por que o calor que faz no Rio é intenso e a gente não pode ter ar condicionado por que o demônio não pode, diz ele que tem asma. Desci as escadas e coloquei o jantar na mesa e fui chamar ele. Helena: - Guilherme, o jantar está na mesa, eu já vou jantar. - falei ainda parada na porta Guilherme: - Lena... - o encarei até por que ele nunca me chamava assim, era de v***a pra baixo - Me espera por favor, não quero comer sozinho. Odeio comer sozinho. Helena: Ok, só não demora, para não esfriar a comida- sorri e desci. Depois de uns 5 minutos ele desceu a escada e sentou na mesa, me levantei como de costume e coloquei a sua comida e o suco de maracujá que ele sempre toma acompanhado da comida. Sentei na mesa, me servi e comi em silêncio já esperando que ele mudasse de humor e me acerta-se um soco na cara como de costume. Guilherme: - Você está linda hoje - parei de comer e o olhei, ele me olhava com olhar de desejo e não tinha aquele olhar de raiva como se eu tivesse estragado a sua vida. Helena: - obrigada Guilherme! - disse sem querer muito assunto. Guilherme: - não precisa ser assim comigo, eu sei que já errei muito contigo, mas eu quero mudar, por favor. - o olhei e por um segundo saiu um risinho de deboche dos meus lábios. - O que foi? Você não acredita? - ele me perguntou como se não me estrupasse todos os dias. Helena: - sinceramente? De verdade? Não. - respondi seca. Guilherme: - me dá um beijo lena, por favor. - se levantou e veio até a mim e ficou de joelhos próximo a minha cadeira. Dei um beijo na bochecha dele e me levantei da cadeira pronta pra sair daquela situação totalmente ridícula e constrangedora, e com um passe de mágica, aconteceu. Ele me beijou! Eu parei aquele beijo, o encarando. Ele não estava normal, ele não era assim, Guilherme não gostava de mim, e eu sabia disso, alguma coisa ele estava planejando e eu precisava descobrir o que era. Saí correndo para o quarto de hóspedes que era onde eu dormia e me tranquei. Sentei na cama, respirando profundamente, me permiti chorar. Já fazia muito tempo que eu não chorava, afinal nunca me permiti chorar na frente do Guilherme. Escutei batidas na porta e resolvi abri-la até por que não queria apanhar. Helena: Pois não? - disse, segurando a fechadura, sem qualquer expressão no rosto. Guilherme: Não vai me deixar entrar? - ele perguntou com um sorrisinho debochado entre os dentes e eu já sabia que o mesmo monstro de antes tinha retornado. Helena: Já passa das dez da noite Guilherme e se não se importa eu quero dormir. - disse ríspida. Guilherme: Você é minha e eu mando em você.. - disse me empurrando e entrando no quarto.. - Aliás, amanhã você vai na Rua comprar roupas, eu te vendi para quitar uma dívida da empresa, achei melhor contar logo, já estava cansado de ser carinhoso com você, você é uma pé no saco! - ele disse como se fosse uma coisa super normal. Helena: Ok, posso dormir agora? - Perguntei sem nenhuma expressão facial, mas tava doendo tudo por dentro, porém, ele nunca saberia. Com o passar dos tempos consegui esconder tudo o que sentia. Guilherme: Mas você é uma p**a mesmo não é? não vê a hora de abrir essas pernas e dar essa b****a larga pra alguém né?! - disse cuspindo as palavras na minha cara como se eu fosse um lixo e já que eu vou ser vendida, criei coragem! Helena: não é isso o que você diz quando me estrupa toda noite ou eu vou ter que te lembrar como é nojento você me estrupando e gemendo meu nome a noite toda? "Nossa Helena como você é gostosa!" - ok, não sei de onde tirei coragem, mas eu sei que assim que eu acabei de falar eu recebi um tapa na cara tão forte que meu rosto virou igual a menina do exorcista. Guilherme: Muito bom você ter me lembrado disso, tira a roupa que a sessão de tortura vai começar. - ele me disse com raiva nos olhos. Bom, essa era a minha chance, eu preciso dar um jeito nele e pegar pelo menos algumas coisas. Ok Helena, finja que pelo menos dessa vez você quer. Helena: Dessa vez pelo menos você poderia me fuder direito? Nunca senti prazer com você Gui, pelo menos essa vez poxa. Você é gato e sei que não deve ser tão r**m na cama, se esforce. - essas palavras foram o suficiente pra ele vir que nem um louco em cima de mim. Ele me jogou na cama e começou a me beijar, nunca senti tanto nojo na vida. Que Deus me dê forças por favor. Eu só preciso arrastar ele um pouquinho mais pra beirada da cama e tacar o abajur na cabeça dele. Talvez não seja uma idéia muito boa, mas é o que me veio na mente e eu preciso tentar, além do mais ele não vai me matar, não tem como vender uma coisa morta. Arrastei ele pra beirada da cama, fiquei por cima dele e comecei a distribuir beijinhos pelo corpo dele. Guilherme: até que você não é tão r**m assim - me disse e eu pude perceber que ele estava realmente com t***o. Ótimo, um ponto pra mim! Ele me virou e ficou por cima de mim, minha única reação foi pegar o abajur e tacar na cabeça dele, ele me xingou e consegui correr para pegar uma garrafa de uísque e tacar na cabeça dele. Ele desmaiou. Peguei a chave do quarto de hóspedes, tranquei a porta e coloquei uma cadeira atrás da porta pra não ter erro dele fugir. Nesse quarto de hóspedes não tem janela por que ele sempre teve medo de eu fugir, e mesmo se tivesse a gente mora no décimo quarto andar então não tem nenhuma chance de pular. Fui no meu quarto o mais rápido possível, peguei tudo o que vi e fui guardando na mochila. Peguei o meu celular (sim, eu tinha um celular mas era só pra ter o número dele, se eu falasse com alguém eu morreria), algumas peças de roupas, meus cartões, uma quantia de dinheiro no cofre e na carteira dele, guardei tudo e desci de camisola mesmo. Foda - se, eu só quero sair daqui. Desci o prédio e comecei a andar pela orla num frio, esqueci totalmente que perto da praia faz um frio do c*****o, continuei andando atrás de um táxi, quando eu ia chamar um táxi senti uma mão me puxar e quando virei era uma cara totalmente desconhecido. Desconhecido: tá fazendo o que a essa hora sozinha gatinha? - ele me disse, essa hora eu só rezava pra alguém aparecer Helena: não é da sua conta, me solta! - ordenei puxando o meu braço, o que foi totalmente em vão. Desconhecido: Você vai vim comigo bebê. - ele disse. Foi quando eu comecei a gritar por socorro porém não via ninguém, eu sou muito burra. Quem em plena terça feira às 23:00hrs estaria na praia... Desconhecido: acho melhor a princes.... - ele ia acabar de falar quando alguém o interrompeu e eu agradeci aos céus. Xx: Tá ouvindo a moça não? Larga ela, p***a! - um cara disse me fazendo arrepiar da cabeça aos pés! ~ Wellington Santos narrando.. ~ Meu nome é aquele que tá ali em cima, meu vulgo é WL, tenho 24 anos.. Sou dono do Morro do alemão, pego mas não me apego! Não bato em mulher, não estupro, sou bandido porém não sou de todo r**m. Minha vida vocês só vão saber ao decorrer da história, não sou muito de me abrir assim então vocês irão me conhecer, porém, não agora. Eu estava em casa tomando o meu toddynho depois da janta, por que é de lei! Estava um calor infernal então resolvi ir na praia como sempre, coloquei uma bermuda e joguei uma camisa no ombro, não iria colocar a camisa pq tava calor. Peguei meu carro e só fui em direção a praia. Chegando na praia estava tomando um banho no mar, quando vi um cara segurando uma mulher pelo braço e ela parecia querer se soltar. Como a boa Maria Fifi que sou, vou ir lá só pra olhar, não vou me meter. Peguei minhas coisas da areia e fui. Fui me aproximando devagar como quem não quer nada pra ele não perceber, e só ouvi ela gritar, não aguentei ficar quieto e me meti! WL: Tá ouvindo a moça não? Larga ela, p***a! - quando dei por mim já estava em cima do cara batendo demais nele, senti uma mão por cima do ombro e me acalmei do nada. Que brisa é essa, doido. Quando olhei era ela, tão linda, tão intocável, e eu fiquei pasmo como ela me acalmou Só com o toque dela. WL: você tá bem? - perguntei totalmente preocupado. Xx: eu to bem... Olha a sua mão, meu Deus.. - ela perguntou tocando na minha mão, e meu corpo inteiro se arrepiou por completo. Pude perceber que ela se arrepiou também por que logo a soltou. Como se fosse conexão de almas, se eu acreditasse. WL: você ta louca de andar sozinha por ai? Se eu nao tivesse chegado eu nem sei o que ele faria contigo. - eu falei como Se fosse o óbvio. Xx: eu to fugindo do meu "marido". - fez aspas com mão. WL: por que você fez aspas? Você quer alguma ajuda? - perguntei, eu não sabia onde estava me metendo mas sentia que tinha que ajudar ela, como se eu precisasse disso. Xx: a história é longa, você pode me ajudar? Eu prometo que durmo até com o cachorro e amanhã mesmo eu sumo. - ela disse com a voz embargada se segurando para não chorar. WL: não vai se assustar? Eu sou dono do alemão pô. - ela me olhou com as sobrancelhas erguidas mas logo relaxou. Não é como se eu contasse pra qualquer um, mas senti como se eu pudesse contar pra ela. Mas, se ela fosse algum bota, eu estaria fodido. XX: eu sou cria de lá, pô- ela contou e eu a olhei. WL: no caminho a gente conversa, vamos? - perguntei XX: vamos. - ela me disse e me deu a mão e eu senti calma, uma paz. E percebi que mesmo eu tendo conhecido ela agora, ali eu poderia encontrar a minha felicidade e a minha calmaria. ~ Helena narrando ~ A gente foi andando para o carro dele, não estava longe, então chegamos bem rapidinho. Entrei no carro e nossa nossa nossa, que carro. Helena: Qual é o seu nome? Afinal eu não sei o seu nome. O meu é Helena, satisfação! - disse sorridente, o inferno enfim tinha acabado. WL: O meu nome é Wellington, mas o meu vulgo lá no morro e na midia é WL, satisfação Helena. - ele disse e sorriu, nossa eu vou me perder nesse sorriso, consigo sentir. Conversamos o caminho todo, porém não havia contado pra ele sobre minha história, apenas conversamos sobre o Alemão. Nós havíamos chegado, como a comunidade estava linda, eram 00:30 mas dava pra ver como a comunidade melhorou bastante. Helena: Olha WL, eu vou aceitar a sua ajuda mas não vai passar de amanhã, não quero ser um peso e vou me mandar logo cedo. - disse, afinal não queria ser um peso pra ele. WL: Lena, posso te chamar assim? - ele perguntou e eu assenti, ele continuou.. - Relaxa, você não vai ser um incômodo, você não é um peso.. Relaxa! - ele disse e eu sorri. Helena: Você não sabe como eu estou sendo grata por você estar me ajudando! Você não imagina o inferno que eu vivi. - eu disse sorrindo ainda. WL: Mais tarde tu fala, pô. Bom, chegamos. É essa casa aí! - ele apontou para uma casa linda e enorme! Saímos do carro e então comprimentamos os vapores que estavam ali, a casa era muito linda. Tudo muito grande, e nossa a televisão era maior que eu. Por mais que o Meu padrasto tenha me vendido, o Guilherme nunca teve uma casa assim, ele sempre preferiu um apartamento, ele tinha medo de eu fugir. Helena: sua casa é linda, parabéns! - eu disse ainda admirada com tudo o que via. WL: minha irmã que decorou tudo. - ele disse e foi interrompido pelo rádio dele que apitou. Xx: chefe, tem um cara aqui gritando que quer uma tal de Lena de qualquer jeito e não está parecendo que ele vai desistir não, o que eu faço? - ele pergunta e eu só fiz começar a chorar. Eu tinha esquecido que o bosta do Guilherme sabia que eu já morei aqui e que o primeiro lugar que ele iria procurar iria ser aqui! Droga!!!! Como eu sou burra! Como um ser humano consegue ser tão jumento? p**a que pariu! WL: Já vou descer, aguarda! - ele disse pelo radinho. Helena: WL por favor, não deixa! Não deixa por favor! - eu disse indo em direção aos braços dele e o abraçando. WL: Helena calma! Me conta tudo desde o começo. - ele pediu e eu tinha que contar se eu quisesse ser protegida por ele. Helena: tudo começou quando a minha mãe morreu e como ela era casada, a única pessoa que me sobrou foi o meu padastro, já que eu nunca tive pai, o que foi que minha mãe falou pra mim. - eu disse já chorando demais, respirei fundo e continuei.. - Ele me criou até os 16 anos, ele nunca foi santo, me batia e tinha vezes que deixava eu passar fome, eu só comia na escola e quando o Matheus me dava comida ou a Daiane vinha escondido me trazer comida, até que um dia aconteceu a pior coisa da minha vida, eu fui vendida pra esse cara que se diz meu marido. Eu cheguei na casa dele sabendo que ia ser empregada, pois bem, eu fui empregada porém ele me violentou... - e foi aí que eu desatei a chorar. Eu chorava e era como se minha alma fosse lavada. WL: NÃO! - ele diz alto.- Não continua, por favor. - ele pediu, porém eu precisava falar. Helena: Me deixa continuar, é a primeira vez que desabafo com alguém. - Ele assente. - Ele me violentou e me bateu tanto que perdi a consciência nos primeiro dias, a mídia descobriu e então a gente se casou. Não no Civil, ele tinha dinheiro, ele fazia o que ele quisesse, então a gente não se casou no Civil, ele fez um jantar e me apresentou como esposa dele! E a cada dia que passava era uma surra diferente, ele me violentada todo dia. Ele chegava bêbado e drogado, dava pra sentir o cheiro à uns 10 km de distância. Foi no dia que você me socorreu que ele me disse que ia me vender, e então eu fugi! Wellingtom, eu te peço com todas as forças que me restam, não deixa ele me levar! Por favor!! Eu te suplico, eu me humilho se quiser, mas não deixa. - eu já não tinha mais lágrimas para chorar e então cai no chão de joelhos, eu não estava sendo humilhada por ele, mas eu estava cansada da situação que eu vivia, eu não queria mais viver desse jeito e ele era a minha única solução! WL: desce comigo, eu vou te ajudar! Mas você vai ter que descer comigo e confiar em mim ok? - ele disse e me abraçou. Helena: Eu confio em você desde o primeiro momento em que eu te vi! - eu disse me apertando mais naquele abraço. Eu não me apaixonaria por ele, eu não iria querer ele na minha cama. Não, ao contrário, ele tava sendo o meu ponto de refúgio, eu senti que além da Dai e do MT eu poderia confiar em alguém! E então eu percebi, seria ali nos braços dele a minha calmaria e o meu refúgio! Ele desceu junto comigo, e em nenhum momento ele me deixou sozinha. Chegamos lá e tinha uma arma apontada para a cabeça do Guilheme, eu nunca quis rir tanto de uma situação, eu queria muito que aquela arma disparasse sozinha. Guilherme: então você está aqui? Sua p**a, desgraçada, v***a, vagabunda, ordinária! Eu sab.... - ele ia acabar de falar quando eu desferi um tapa na cara dele. Wellington me puxou pra trás dele, como se estivesse me protegendo de todo o m*l que o Guilherme poderia causar. WL: Eu vou te dar 5 minutos pra sumir do meu morro, por que se eu sonhar que você está seguindo ela ou ameaçando ela você vai morrer de uma maneira bem dolorosa e pode ter certeza que eu sei uma maneira que vai te fazer implorar e se arrepender amargamente. - ele disse e cuspiu, ele literalmente cuspiu na cara do Guilherme. Guilherme : E quem é você para achar que me manda? - Ele disse limpando o cuspe. Ah não, ele ta querendo morrer. Wellington tirou a arma das costas e apontou na cabeça do Guilherme. Nessa hora eu já estava torcendo para que ele atirasse. WL: O seu pior pesadelo! Não queira me desafiar, ainda mais na p***a do meu morro. - Wellington disse e eu me arrepiei, como as palavras dele fazem efeito em mim. Helena: some daqui Guilherme, me esquece! EU TE ODEIO, TE ODEIO! VOCÊ É UM SER DESPREZÍVEL, SUA MÃE DEVE TER VERGONHA DE VOCE! VOCE ME VIOLENTOU TODOS OS DIAS, ME BATEU TODOS OS DIAS!! EU TE ODEIO SEU VAGABUNDO, SEU PUTO! - lhe dei um tapa na cara.. - NUNCA MAIS ME CHAME DE p**a, VAGABUNDA, CACHORRA! - e mais um tapa na cara dele.. - NAO ME PROCURE NUNCA MAIS, COMO EU TE ODEIO, VOCE ACABOU COM A MINHA VIDA.. - eu ja estava desesperada, chorava feito louca e batia nele com todas as minhas forças até alguém me puxar, enquanto ele não tinha reação alguma. Wl: não vale a pena princesa, se acalma. Ei, respira. Calma, ele não vai te fazer m*l nunca mais! - me abraçou enquanto eu chorava e não via mais o Guilherme por ali. Fui sentindo o meu corpo amolecer e meus olhos pesarem. Simplesmente apaguei. ~ WL narrando. ~ Ver ela ali tão desesperada, ver ela tão indefesa, me deu vontade de protegê-la tão grande! Ela desmaiou nos meus braços e eu a segurei, a pressão deve ter abaixado e o cusão ja tinha ido embora. Levei ela pra casa nos meus braços e a deitei na minha cama, ah como ela consegue ser tão linda! p***a! Deitei ao lado dela e logo apaguei! .................................................................. Matheus (vulgo MT). 23 anos, braço direito do WL. Ele tem 1.90 de altura, moreno, bem forte, corpo com muita tatuagem e cabelo na régua também. Daiane (Dai), 21 anos. Amiga da Helena e Irmã do Wl. Ela tem 1.69 de altura, corpo repleto de tatuagens, cabelo longo preto e raspado na lateral, boca bem carnuda e corpo completamente escultural. ............................................................................ Helena narrando Acordei com alguns raios de sol vindo da janela, me espreguicei e quando eu olhei pro lado eu vi a coisa mais linda, Wellington dormindo tão sereno e parecia estar em paz. Helena: Wellington acorda... - balancei ele e ele não acordava... - OOOOOOOOU ACORDAA - Gritei e ele tomou um susto caindo da cama, correndo pra pegar a arma. WL: bora p***a não deixa eles chegar p... - ele me olhou e eu estava me mijando de rir na cama.. - p***a lena, que susto cara, faz isso não!!! - ele coloca a mão no coração como se tivesse com falta de ar.. Parei de rir e o fitei, ele tava lindo. De calça moletom e sem blusa. WL: ta com fome? - ele me perguntou me tirando do transe. Helena: Sim, muita. Se quiser eu posso fazer o seu café! - eu disse, aliás eu tinha que retribuir o que ele tinha feito na noite anterior. WL: Helena, eu tava pensando aqui e você tem ensino médio completo né? - ele perguntou e eu assenti.. - você sabe fazer conta num sabe?.. - assenti novamente.. - hummm.. - ele colocou a mão na cabeça como se estivesse tentando descobrir a cura do câncer. Helena: diz WL, pelo amor... Quer me matar do coração?.. - perguntei já ansiosa. WL: calma nervosinha, você quer trabalhar lá na boca cuidando da parte financeira?.. - eu não deixei ele acabar de falar, pulei em cima dele e o abracei beijando o rosto dele. Quando dei por mim, saí de cima dele. Helena: desculpa, é claro que eu quero. - disse animadamente. WL : porém você não vai poder ter arma, nem ficha suja. Ok? - ele disse. Helena: eu queria uma arma, porém, aceito. WL: depois a gente vê isso, se arruma e desce. Depois a gente resolve o resto ok? - ele perguntou e eu assenti. Pois é Lena, uma nova vida te espera, e eu espero que seja melhor que a antiga. Levantei apagando tudo da minha mente sobre o que eu vivi no passado! Fui ao banheiro, fiz minhas higiene e tomei um banho. Coloquei uma blusa tomara que caia branca e um short jeans, fiz um treco básico na cara e tirei uma selfie. Baixei novamente o facebook.. Aaaah que saudades do f*******:!! Postei uma foto para atualizar. Não li os comentários, não estava afim. Tinha uma solicitação do Wl e eu aceitei, dei uma fuxicada no f*******: dele e p**a que pariu, como ele é lindo, não me canso de dizer isso! Desci as escadas afinal já era 09:30hr e vi o WL comendo demais. Helena: tem fundo não, aonde vai parar isso tudo? - ri e ele ergueu as sobrancelhas e logo começou a rir junto comigo. WL: mais tarde sai lá no vaso - ele riu e meu Deus que risada gostosa de se ouvir. Helena: credoo, que nojo cara, você tá comendo..- me sentei e fiquei com vergonha. Não me pergunte o porque, só fiquei, a presença dele tem esse poder comigo. Ainda to m*l por tudo o que aconteceu, o choro entalado em minha garganta, mas, eu vou superar tudo isso. WL: come Helena, vai ficar me olhando? Eu sei eu que sou gostoso - ele disse e fez uma cara de convencido. Ri de lado e comecei a comer. Xx: tínhamos visita e voce nem me avisou? - pera aí, essa voz eu conheço. Não, não... Não pode ser! Me levantei da cadeira e a olhei, tirando as tatuagens e os pirciengs e o cabelo raspado na lateral, ela continua a mesma pessoa.. Meu Deus!!! Helena: DAIANEEEEEE MISERICÓRDIA, NÃO ACREDITO NISSO..- Corri e pulei em cima dela, caindo no chão com a mesma. WL: vocês se conhecem? - escutei a voz do WL me tirando do transe. Me levantei e levantei ela. Helena: Óbvio, Ela e o Mt me ajudou quando ninguém mais quis me ajudar! - senti a Dai me Abraçar..- amiga que saudade, você ta tao linda! Daiane: voce que ta linda, senti sua falta. o que aconteceu contigo? Por que foi embora daquele jeito?- ela foi me Fazendo muitas perguntas. Helena: calma, eu vou te explicar tudo. - disse me separando dela. WL: eu já to indo, aproveitem e converse com Ela. Vocês precisam! - ele disse pegando o radio e colocando o fuzil nas costas. Nos sentamos no sofa e eu pude perceber que mano Deus é bom.. Colocou a pessoa certa na hora certa. Daiane: conta tudo amiga! Helena: depois que voce foi embora... - e então eu fui contando, e em cada parte da história eu me segurava para não chorar. Eu não vou chorar! Sei que não preciso ser forte o tempo todo mas apenas não gosto de chorar na frente das pessoas. A Daiane ouviu tudo atenta e ela queria chorar com a historia mas se segurou porque sabia que se chorasse eu iria chorar junto com ela. Daiane: Ah meu amor, que confusão aí dentro né? - sim! Eu tinha contado da parte do Guilherme que eu gostava dele, e a situação do WELLINGTON de como tinha me sentido com ele..- Ah Lena, essa mente ja não sabe mais o que pensar, e os sentimentos? Não sabe mais o que sentir né? E o seu coração? Aaah nele nem se fala.. Uma hora tudo parece bem mas em outra hora uma tempestade que você nem sabe da onde vem te alcança não é mesmo? E essa vontade de chorar? Ta segurando por que? Sou sua melhor amiga e tô aqui pra tudo. Pode chorar Lena..- E então eu desabei, não aguentei. Chorei como nunca chorei antes..- Não tem problema em chorar Lena, deixa esse choro sair, com ele vai sair toda essa angústia presa aí, te garanto que você vai se sentir mais aliviada e depois disso coloca um sorriso no rosto, vai se sentir bem melhor! Lena aprende, nada é eterno, tudo passa, eu sei que todos já te falaram isso e mesmo você não acreditando mais que isso vai passar, eu te peço calma. Você vai ser feliz, eu sei, eu sinto..- ela disse e eu a olhei, eu acreditava que iria ficar bem, mas não que iria ser feliz..- Você não acredita, né? Não perca a esperança, um dia você vai ser feliz de verdade, você vai encontrar aquele amor que você tanto procura ou procurou né, por que eu sei que você já desistiu, porém volte a acreditar, respire e espere um pouco, na hora certa vai chegar o melhor para você. ..- Não sei o motivo mas eu quis acreditar nela, e eu sei que tem algo melhor pra mim. Abracei a Dai e sequei as lágrimas. Já eram 10 horas e eu tinha que trabalhar né. Helena: to indo trabalhar, miga bjs. Daiane: voce lembra onde é? - me perguntou, eu tinha contado sobre o trabalho na boca. Helena: sim, terceiro beco à esquerda né? - perguntei. Ela assentiu peguei o meu celular e desci, observei alguns olhares dos valores e quando vi já estava na boca. Helena: bom dia, chama o WL por favor. - pedi na educação. Vapor: voce é uma das comidinhas do patrão? - me perguntou como se fosse a coisa mais normal do mundo e a minha cara ja tinha ido pro buraco. Pra eles isso é uma coisa normal, porra....

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