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986 Palavras

Trinta e três ARYELA Tudo que passei, sofri, fui obrigada a sentir, não é nada se comparada a dor de saber que meu filho foi abandonado no lixo pela v***a da mulher que se diz minha mãe.   Ela arruinou com a minha vida. Me fez crescer sob chantagens, ameaças, me culpando por tudo que fez e não fez. Hoje, apesar de me considerar uma mulher independente dela continuo com sequelas, me sentindo vulnerável.  A verdade é que diante da Estela eu sempre serei aquela menininha frágil, abusada, que teve o próprio filho arrancado de seus braços.    Por que ela era assim? Não cansava de me questionar sobre.   Ainda meio grogue abri lentamente os olhos. Não fazia ideia do horário ou por quanto tempo fiquei desacordada, mergulhada naquelas lembranças que mais pareciam um pesadelo sem fim, mas de u

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