Despedida

659 Palavras
Ethan Eu sou um adolescente que você em dois mundos. Um, onde meu pai disputa o controle da Rurik Interprise e outro o de eu disputo o controle da Diynastie. Com dezoito anos, tento mostrar que sou alguém "normal" atrasado no colégio. Disse que dessa vez, estou há seis meses morando com meu pai e isso é um problema, ele tem minha guarda até terminar o ensino médio e o controle de uma parte importante para Dynastie, eu. Eu só pego o controle do que é meu aos vinte e um anos de idade. Isso dá um poder terrível para ele, na cabeça dele, o controle sobre a Dynastie daria a possibilidade de destruí -la por completo e o que ele ganharia; uma parte do globo seria totalmente vulnerável as investidas cristãs de dominar o mundo. E sério, não há nenhuma entidade maléfica por trás de nós, além de nós mesmos claro, mas na cabeça deles, tudo é Satã. — Isso é para seu bem, nos falamos! — Disse Alexei, meu mestre. — Eu preciso praticar e aprender a lidar com aqueles portais. Alexei olha para meu pai que estava conversando com outras pessoas e me responde: — Você pode sair do corpo, explorar coisas, pessoas. No Brasil tem muita coisa boa a se aprender. Yuliya se parece muito com Svetlana. Tem a magia dela. — Meu pai interpreta isso de "graça." — Ainda ela é uma criança,.mas é na infância que aparece seus dons e poderes. Ela é muito poderosa! — Eu sei, mas ele não quer entender! Yuliya nunca saberá como era nossa mãe, seu jeito expansivo e engraçado de ser, as roupas escuras e marcantes quebrada sempre por uma blusa branca e colares de todos os tamanhos e unhas afiadas. Quando Svetlana morreu, ela tinha três anos. Meu pai preserva Yuliya de tudo, inclusive da memória dela, assim como fizera comigo no círculo de Washington e Boston. Minha Irmã é especial, seu único dom ainda é o da pureza de uma criança com seus cabelos dourados e olhos grandes esverdeados. Não via muito de minha mãe nela, apenas uma parte de nossa avó paterna que tinha o mesmo tom de fios na juventude. — Chega aqui Ethan! — O que foi, pai? — Vai estudar e eu quero que se esforce um pouco, evitar ser um estranho, sabe. É um outro colégio, com pessoas diferentes e você poderá recomeçar do zero nas amizades e poderá escolher algumas que preste, aqui está a lista da sua turma. — Valeu! – disse, voltando para o sofá onde estava e meu pai não tinha que fazer isso, mas fazia como se eu não pudesse sofrer surpresa e decepção. Me mudar para o Rio de Janeiro não era previsto, já que acreditava parar em um colégio interno na Suíça, mas estava valendo essa nova vida, é realmente diferente de tudo que eu vivi até agora. Conversei com a secretária de meu pai Pâmela e tive uma visão do que esperar do Brasil sendo filho do chefe de seção consular do Brasil. Não levaria muitas coisas para lá, iremos para um condomínio fechado com seguranças vinte e quatro horas. - A casa tem piscina? - Sim, foi uma exigência de seu pai. O condomínio em si tem tudo nas áreas externas, clube, piscina coletiva e áreas para festas, acadêmia, essas coisas. No Brasil, tirando a violência, é um bom lugar para se ter amigos e esquecer certos protocolos. Você irá gostar de lá. - Espero! Obrigada Pâmela. Da escola de Boston só me sobrou David e ele veio me ver antes de partir para o aeroporto; ele não sabia dos meus poderes e não presenciou minhas malditas palavras aqueles que foram responsáveis por nunca mais querer pisar em um colégio. Agnes estava se recuperando e seria problemático fazê-la vir para se despedir, havia feito isso na noite passada. Chegaria no Brasil numa manhã de domingo para começar a estudar numa segunda.
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