Pré-visualização gratuita Primeiro dia na cidade estranha
Lex:
A cidade era pequena, tinha parques lindos e conservados, acabo de chegar, arrumei a casa com tanta rapidez, era bom ser uma criatura sobrenatural, poderia conseguir facilmente o que quisesse.
Bem... quando virei uma vampira eu tinha apenas 17 anos, faz bastante tempo desde lá, 200 anos, minha idade de fato.
Amanhã seria a d***a do primeiro dia na aula, eh... bem sobre os meus pais, não tenho.
Tirei as ultimas caixas do porta-mala do meu carro, deixei em um canto próximo a escada, tinha trago os objetos pesados em um caminhão que já havia partido, talvez para uma próxima mudança.
A nova casa era magnífica, isolada, ornamentada na madeira e no vidro, certo que faltava algumas coisas para arrumar em relação aos meus objetos, mas eu dava conta.
Caminhei até a cozinha e encontrei uma imensa porta de vidro, abrir a porta e olhei para escada de madeira nova e polida que dava para uma área de lazer sobre uma parte do lago, ali atras era meio fechado, devido a cachoeira, isso mesmo comprei uma casa que foi construída na frente da cachoeira, sendo que metade dela ficava sobre o lago.
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Após ter tomado um banho, resolvo sair, vesti uma jaqueta jeans azul, uma bermuda jeans curta da cor preta e uma regata por baixo da jaqueta, calcei os vans (sapato) e peguei o carro indo para um local chamado "Bob's bar", Shadowlands ficava em Massachusetts, era reservada e nem existia no mapa, sentei-me para beber e pedi uma vodka, a garçonete me olhou estranha como se dissesse "você não tem idade para tal coisa", mostrei a carteira de identidade para ela, provavelmente falsa.
- O que me diz com isso? - Perguntei com um sorriso de lado, ela retribuiu e me serviu, retirou o avental e se apoiou com os cotovelos sobre a mesa à minha frente.
Olhei para a moça, pele morena, cabelos alisados, olhos verdes, labios bem torneados e com um batom vermelho o realçando, ela tinha enormes s***s, onde podia se visualizar pelo decote de seu uniforme preto, a sua blusa era bem colada no corpo e de manga curta e lá estava com um crachá azul escrito com letras brancas "Cloe Turner"
- você tem cara de 16 - ela disse e ajeitou o cabelo.
- Senhorita Turner, é f**o julgar as pessoas assim de primeira - dou um gole na bebida que desce queimando a minha garganta até o estômago, olhei para o decote da moça.
Cloe sorriu, expondo os dentes, seguiu o meu olhar e ajeitou o seu decote, ela passou mais uma vez a mão no cabelo e repousou a mão sobre o balcão de madeira escura, suas unhas eram grandes e estavam pintadas de cor azul claro, a música ambiente no momento era uma eletrônica que propagou mais alto pelo ambiente devido a chegada do DJ e mais um punhado de pessoas, jogos de luzes agitavam a pista de dança.
- Senhorita desconhecida, gostaria que não ficasse mais com esse título, seria possível me dizer o seu nome e me deixar acompanha-la nessa bebida que é muito forte para uma só pessoa? - A morena sorri e me joga um olhar sedutor.
- Meu nome é Lex, Lex Greymond - retiro o óculos e coloco na gola da minha regata - e sim, claro que pode.
A morena sorriu e pegou uma taça para si, depositou o líquido transparente no recipiente e logo complementou com uma água de coco.
- Não dou conta puro, perdoe-me - ela sorriu.
Após algumas conversas e prestes a fechar o bar, eu e Cloe estavamos bem íntimas, ríamos e por fim ela pediu o que eu mais temia:
- Me leva para casa? Eu nunca mais bebi tanto como hoje - ela apoiou a sua cabeça no ombro, um fogo subiu pelo o meu corpo, podia visualizar o seu decote melhor dali.
- Claro, diga-me onde é... - Cloe me abraçava de lado e me beijou na bochecha e em seguida sussurou:
- Você dá conta de carregar uma morena dessa? - Ela sorriu provocante próximo ao meu pescoço.
Sem pensar duas vezes puxo ela para um beijo, ela retribuiu com uma ferocidade incrível, a puxei para cima de mim, e ela ficou com movimentos discretos de "vai e vem" no meu colo, levo minhas mãos para de baixo de sua blusa colada, ela aperta e arranha o meu pescoço provocando arrepios pelo o meu corpo.
- Eu disse que era melhor você me deixar em casa - Cloe sorri ofegante, recuperando o ar, segurei em suas coxas e a carreguei até o carro, a joguei no banco do carona e dei a volta para ir no do motorista.
Chegando na casa da morena onde ela havia me instruído, chegamos aos beijos e tirando a roupa, como eu era apressada, cheguei rasgando a blusa dela a jogando na cama.
- Nossa, adoro, você gosta de s**o selvagem? Pois então melhor ainda - ela sorri s****a tirando o short.
Eu já estava sem jaqueta, tirei a regata e ela me puxou pelo cós da bermuda, desabotoando a mesma, logo puxando para baixo ela se deitou de lingerie e deixou eu fazer as honras, mordeu o canto dos labios e eu ataquei, fui para cima dela com uma tremenda volúpia que eu mataria hoje.
A beijei intensamente, desci os beijos até o seu pescoço deixando chupões tentando me controlar para não arrancar aquele lindo pescoço dali, ela arranhou a minha costa tão agressiva que provavelmente deixou um rastro de vermelhidão em minha pele, não dei a mínima importância para tal coisa, tirei o seu sutiã apalpando aquele belo par de s***s, seguro um, fazendo movimentos circulares e levo a minha boca até o outro, onde delicio minuciosamente suas enormes t***s.
Cloe soltou alguns suspiros e me puxou para mais perto de si, sussurrando as seguintes palavras:
- mostra-me do que é capaz, me f**a como se o amanhã não existisse. - Ela gemeu quando comecei a descer os chupões para a sua barriga e a fiz arquear as costas levemente, enquanto massageava seus s***s.
- Não precisa pedir - sorrio e tiro a sua calcinha.
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Acordo no meio da madrugada, despida, sentindo o frio invadir o quarto da morena, juntei as minhas roupas e as vestir, Cloe estava dormindo que nem uma deusa grega após um excelente s**o selvagem, sem dizer nada ou deixar recado, sair da casa da garçonete e fui para a minha, tomei um breve banho e troquei as roupas, me joguei na minha cama e adormeci.
Que belo primeiro dia foi em Shadowlands, se um dia de bebedeira em um bar foi assim, imagino em um bordel ou até mesmo na escola, sei que não procuraria Cloe, a menos que eu precisasse de um belo par de s***s para me esquentar ou algo envolvendo negócios.
Obs.: lembrando que a cidade citada no enrendo da história é fictícia