Heather Após quarenta minutos dentro do carro, com Tom dirigindo e eu já perdendo a paciência que me restava, finalmente chegamos em frente a um prédio imponente, cuja fachada de vidro refletia as luzes da cidade. À primeira vista, não parecia uma boate, mas algo em minha intuição me dizia que a noite seria cheia de surpresas. O clima vibrante da cidade pulsava ao nosso redor, e eu não pude deixar de sentir uma mistura de ansiedade e expectativa. Encaro Thomaz, que me olha com um sorriso que mistura expectativa e um toque de cumplicidade. Ele sempre foi um amigo leal, alguém em quem eu podia confiar, mas havia algo naquela noite que parecia diferente. — Vamos, Heather! A noite vai ser divertida, eu garanto... — ele diz, com um olhar que parece transbordar carinho. A forma como ele me ch

