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1406 Palavras

A casa parecia um campo de guerra. Copos espalhados pelo chão de mármore, garrafas vazias nos cantos, alguém roncando em algum lugar que definitivamente não era o sofá — talvez embaixo dele. A luz da manhã atravessava as janelas gigantescas da cobertura, iluminando a bagunça como se fizesse questão de lembrar que o caos era real. Henry deu uma festa para lembrar a todos quem ele é... A droga do CEO da família Antonelli. Henry estava sentado à mesa da cozinha, de calça de moletom cinza e camiseta preta amarrotada. O cabelo bagunçado dava a impressão de que ele tinha acordado cinco minutos atrás — e talvez tivesse mesmo. Os olhos ainda semicerrados, um copo de café preto em uma mão e o jornal dobrado na outra. Ele virou a página e soltou uma risada rouca, baixa, quase divertida. Bem ali,

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