Brendon Charlotte adormece quase instantaneamente, agarrada ao meu lado como se pertencesse ali. Ela realmente pertence àquele lugar. Olho para ela através da escuridão, meus dedos roçando delicadamente a lateral do seu rosto. A marca em sua bochecha vai escurecer amanhã, sei disso — e também sei de onde veio o ferimento em seu ombro. Já causei minha cota de dor ao longo dos anos, mas Charlotte não é do meu mundo. Isso só pode significar uma coisa: alguém lá fora acredita que pode marcá-la, que pode abusar dela impunemente. Alguém que não vai viver por muito mais tempo. Assim que tenho certeza de que ela está dormindo profundamente, levanto-a com cuidado nos braços e a carrego de volta para o meu quarto, onde sua filha descansa, pequena e pacífica, no meio da minha cama. Não entendo n

