O velho Mr. Penworthy, o organista, toca o acorde de a******a, tão docemente no início que a congregação quase não o nota. A noiva chegou. Os bancos estão apinhados com amigos da noiva, habitantes de locais longínquos que vieram para desejar-lhe sorte. Há dignitários estrangeiros, homens que conheciam o pai da noiva no exterior, que vêm para o seu casamento representando príncipes, duques – até mesmo o imperador. Na alameda do outro lado do muro da igreja estão duas elegantes carruagens. Dizem que cada carruagem contém uma dama da aristocracia, cada uma delas uma herdeira. As damas choram. Sua beleza, sua riqueza e sua posição de nada serviram, pois o noivo escolheu sua noiva, e ela não é de rara beleza, nem mesmo rica ou aristocrática. Mas ela lhe oferece um prêmio que ele valoriza além

