ALICE NARRANDO Puxei Ben pela gravata, aprofundei o beijo e aumentei o contato entre nós. Ben me empurrou contra a porta do escritório, puxou minha perna para cima e se encaixou melhor no meio das minhas pernas. Eu ofeguei contra os lábios dele, passei meus braços ao redor de seu pescoço e ele começou a escorregar os lábios por meu queixo, até alcançar meu pescoço. — Estamos no escritório... — Sussurrei. — E daí? Eu quero você. — Afirmou. Tive que controlar a situação. Levei as duas mãos até o rosto dele e o fiz me olhar. — Ben, Ben.... — Eu o chamei. Ele finalmente me olhou. — Não podemos t*****r aqui. E você não pode descontar suas frustrações em sexo. — Afirmei. Ele respirou fundo e olhou para baixo. — Tem razão. Desculpa, minha linda. — Eu sorri ao ver que ele estava se controla

