20°

1556 Palavras
Entro em casa acompanhada pelo Lobão e como eu já havia sido informada por um dos homens do Lobão, a casa está extremamente vazia, Polegar e aquele projeto de Jezabel saíram de casa juntos. Sinto mãos no meu quadril e aquele corpo gostoso encostando no meu por trás. Hugo se abaixa beijando meu pescoço e vai subindo beijos até o meu ouvido. Lobão: está na hora de eu te fazer pagar por todas as suas provocações, diabinha- diz e morde minha orelha em seguida. Eu: acho que temos tempo até o Polegar voltar- digo virando de frente para ele e o abraço pelo pescoço. Hugo me ergue no colo com agilidade me fazendo rodear as pernas pela cintura. Ele sobe as escadas para o meu quarto comigo no colo e entra no recinto já fechando a porta com o pé, ele me deita na cama já me beijando com vontade, delicioso. Uma de suas mãos segura meu quadril com firmeza e sua outra mão prende meus braços em cima da minha cabeça, ele separa nossos lábios e volta a beijar meu pescoço, ele deixa algumas mordidas e chupadas, tomando cuidado para não me marcar. Lobão: deliciosa- murmura com a voz rouca voltando a me beijar. Sua mão sai do meu quadril passeando pelo meu corpo sem pudor, seus adentram a minha saia lentamente, subindo por toda minha coxa e parando perto do centro das minhas pernas. Seus beijos descem pelo meu pescoço e colo até chegar aos meus s***s, ele morde o lábio me olhando, sua mão solta meus pulsos e puxa o tecido fino da minha blusa o rasgando. Seu dedo polegar trabalha na minha i********e ainda por cima da calcinha, sua outra mão puxa meu sutiã para baixo e seus lábio vão de encontro a um dos b***s sensíveis, o sinto chupar, morder e lamber a área sensível. Seu dedo trabalha com veemência na minha i********e, e logo ele está jogando minha calcinh de lado. Arfo quando o sinto me penetrar com dois de seus dedos, enquanto o polegar continua brincando com meu ponto mais sensível. Agarro os lençóis da cama o sentindo brincar comigo - me torturar na verdade. Eu: Hugo - o chamo com a voz baixa, num sussurro manhoso e necessitado. Ele volta seu rosto para centímetros do meu, ele tira seus dedos de dentro de mim, melados da minha excitação e os chupa olhando no fundo dos olhos, ele me beija fazendo que eu sinta meu sabor na sua língua e desce fazendo uma trilha de beijos pela minha barriga. Suas mãos tiram minha saia e minha calcinha do meu corpo. Hugo se posiciona entre as minhas pernas e eu sou obrigada a fechar os olhos e morder o lábio inferior com força, quando sinto sua boca em mim. Sinto o mundo parar, minha respiração falha e o gemido sai antes que eu possa conter, alto e necessitado chamando seu nome, Hugo, seu nome escapa por meus lábios enquanto ele me deixa maluca apenas usando sua boca. Lobão: gostosa- geme contra minha i********e. [...] Hugo se posiciona entre minha pernas e pincela seu m****o na minha intimida algumas vezes. Ele se encaixa na minha entrada, e com um único impulso entra completamente dentro de mim, solto um gemido desesperado o chamando. Uma de suas mãos segura meus braços sobre a minha cabeça, sua outra segura firme meu pescoço e então ele começa a se movimentar dentro de mim. Suas investidas são fortes e me fazem delirar querendo mais, seu nome sai em gemidos baixos dos meus lábios. Lobão: tão apertada e receptiva para mim- fala aumentando a velocidade das estocadas. Ele se inclina um pouco sobre mim e me puxa para um beijo delicioso. Ele não perde o ritmo das estocadas, a sensação de tê-lo dentro de mim é incrivelmente deliciosa - ele é tão grande, tão duro, tão delicioso... Eu: Hugo- o chamo gemendo seu nome e suspiro revirando os olhos. Lobão: isso, chama o nome de quem tá te comendo, grita para todo mundo ouvir quem está te fodendo como a cachorra que você é- sua mão sobe do meu pescoço e aperta meu maxilar com força. Quando eu já estou quase enlouquecendo, Hugo sai de dentro de mim e me coloca de quatro na cama. Ele se posiciona atrás de mim, uma mão se enrola no meu cabelo e a outra ele usa para encaixar seu m****o na minha entrada, ele me penetra com tudo e sou obrigada a afundar o rosto no colchão para evitar gemer alto. Suas estocadas são fortes e precisas, sua mão que não está enrolada no meu cabelo está deslizando por meu corpo, ele da tapas na minha b***a, passa as unhas de leve nas minhas costas e tudo bem, até eu sentir o primeiro soco na minha costela, a dor se mistura com o intenso prazer que ele está me proporcionando, chamo seu nome ainda mais alto. Eu estou implorando por mais, quero mais do seu corpo, mais do seu p*u, mais de todo esse prazer que ele está me proporcionando, eu quero mais, mais forte, mais prazer, mais dor, mais fundo... Eu quero mais do Hugo. Lobão: você gosta né cachorra?! Gosta de ter seu homem te comendo igual a p*****a gulosa que você é- me da outro soco na costela e eu acabo gemendo mais alto. Eu: Hugo, por favor- imploro por mais. Minha mão desce para o centro das minhas pernas e eu começo a fazer movimentos circulares com os dedos, tentando me proporcionar ainda mais prazer a trazer logo o orgasmo que está se aproximando. Hugo intensifica as estocadas, ele tira minha mão do meu clítoris a substituindo pela sua, seus dedos me pressionam um pouco mais, eu grito de prazer sentindo meu orgasmo se aproximando. A minha respiração fica ainda mais ofegante, meu corpo ainda mais sensível aos seus toques, meu corpo se tensiona, minhas pernas fraquejam e é necessário o Hugo segurar meu quadril para me manter de quatro. O meu orgasmo chega de forma avassaladora, me deixando ainda mais sensível ao toque - e o Hugo sabe bem disso. Ele continua me penetrando, agora em um ritmo mais leve, mas intenso na mesma medida, reviro os olhos esquecendo o meu nome por um segundo, minha boca seca, meu corpo ainda segue aceso e sendo usado por Hugo. Hugo: vem por cima, quero você sentando em mim - fala saindo de dentro de mim e se deita ao meu lado. Me recupero e monto em cima dele, de frente para ele, encaixo seu p*u na minha entrada e sento devagar rebolando sobre ele. Começo a sentar rebolando sobre ele, em uma velocidade que agrada nós dois e nos faz enlouquecer. No quarto o único som audível é som dos nossos corpos se chocando um no outro, nossas respirações ofegantes e nossos gemidos. Quando sinto minhas pernas se cansando ele me puxou para deitar sobre ele e começou a se movimentar embaixo de mim. Meus gemidos ficam mais desesperados, minha respiração mais ofegante e eu estou vendo estrelas, não consigo nem me lembrar mais meu nome ou onde estou, não sei quanto tempo demorou para o meu segundo orgasmos chegar, mas ele chegou ainda mais avassalador que o outro, me obrigando assim a morder o ombro de Hugo que geme rouco. Ele me penetra mais algumas vezes antes de sair de dentro de mim, me ajoelho entre suas pernas e tiro a camisinha do seu mastro, passo a língua por toda sua extensão, da base até a glande e chupo a cabeça grossa e rosada. Chupo tudo o que cabe em minha boca, masturbando aquilo que sobra para fora. Em poucos minutos o orgasmo dele começa a se aproximar, seu corpo tenciona e ele tenta sair de dentro da minha boca, mas eu não deixo ele tirar, ele derrama todo o seu leite na minha boca e eu faço questão de engolir cada gota olhando no fundo dos seus olhos. Ele me puxa para cima e quando vamos nos beijar o celular dele toca, maldito momento, mando ele atender enquanto me afasto dele e caminho para o banheiro da suíte, tomo um longo banho enquanto ele fala no celular e pelo pouco que ouço, sei que é o Polegar que está ligando. Saio do banheiro e vejo meu quarto vazio, arrumo a cama ainda de toalha, jogo fora a blusa rasgada e jogo a saia e a calcinha no cesto de roupas sujas, descarto a camisinha de uma forma que o meu marido não irá a achar. Me visto com uma roupa simples e desço com o cabelo molhado na mesma hora em que meu marido entra em casa, o Lobão já está vestido no sofá, com cara de quem não aconteceu nada e eu sigo o teatro. Polegar: ainda acordada n**a?- pergunta vindo até mim e me puxa para um beijo. Ignoro a vozinha na minha cabeça que me lembra que eu não escovei os dentes, e que o melhor amigo dele acabou de gozar na minha boca. Eu: estou sem sono- falo lhe abraçando e olho para o Hugo que olha a cena segurando o riso- o que o Lobão faz aqui a essa hora? Polegar: eu tenho um plano para cobrir o furo no orçamento do complexo e cobrir o valor do carregamento.
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