— Sinto muito pela sua perda — emitida com arrependimento, olhando para os dois — Eu estava no funeral… Mas tive que chegar em casa rapidamente. Elmiro entendeu timidamente, tentando aliviar a tensão. — Não se preocupe, eu compreendo. E obrigado. Aurora acenou com a cabeça, de repente um silêncio apareceu entre eles que ninguém parecia ter qualquer intenção de quebrar. Ele olhou para Guilherme que parecia cansado e desgastado. Seu olhar perdido e rosto abatido refletiam o peso da dor. Uma barba incipiente adornava sua aparência desleixada, dando um ar de descuido e desânimo. Guilherme não irradiava mais a alegria e a vitalidade que o acompanhavam. Seu semblante triste e sem graça revelou o peso de seu passado e as cicatrizes emocionais que ainda não podiam curar. Elmiro percebeu a te

