CAPÍTULO 7. ANOS DE JUVENTUDE-1

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CAPÍTULO 7. ANOS DE JUVENTUDE Para meu espanto, após a agência me felicitar pelo meu trabalho, não me deteve nem me meteu na prisão, tal como me tinham ameaçado, argumentando que me requisitariam no futuro quando assim achassem necessário. Por isso a minha vigilância tinha acabado e voltei ao que se podia chamar de uma vida normal. Do hotel para o consultório, daí, depois de umas quantas horas, a dar um passeio e depois voltar novamente para o consultório. E à noite, de regresso ao hotel. Embora tenha desfrutado daquela mudança de rotina momentânea, na qual me envolvi e coloquei, por várias vezes, a minha vida em perigo e apesar do quão emocionante que pudesse soar, preferia a minha vida estável e previsível, já que a partir do meu escritório podia fazer muito mais pelas pessoas, em vez

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