📓 NARRADO POR MAXIMILIANO O cinto caiu no chão, mas não ficou ali por muito tempo. Peguei de volta dessa vez, não era pra segurar calça nenhuma, era pra mostrar quem manda no quarto. Jamile viu o movimento e arregalou um sorriso nervoso, daquele tipo que mistura raiva com adrenalina e um medinho gostoso de quem não sabe o próximo passo. — Nem vem, Maximiliano. — ela rosnou, tentando se afastar na cama. Dei risada. Uma risada rouca, que já dizia tudo: “agora não tem mais volta, estagiária”. — Fica quieta — falei baixo, arrastado, pegando os pulsos dela e jogando acima da cabeça, na cabeceira. — Tu gosta de brigar, né? Pois briga presa agora. Em dois movimentos, amarrei o cinto no pulso dela, firme, sem delicadeza, só a força bruta do meu querer. Ela se debateu, xingou, tentou me chut

