📓 NARRADO POR MAXIMILIANO A água gelada caiu direto na minha nuca, descendo como corrente elétrica pela espinha. Mantive as mãos firmes no azulejo, a cabeça baixa, tentando domar a p***a do corpo que só sabia responder a uma imagem: Jamile de vestido azul, sem precisar abrir nada pra me deixar com o p*u duro. Fechei os olhos e vi de novo o decote em gota, as costas nuas amarradas por tiras finas… e a certeza de que por baixo daquilo ela já estava molhada só de sentir meu corpo colado no dela. O p*u latejou mais forte, duro, pulsando contra a água fria, zombando de qualquer tentativa de controle. Segurei firme a toalha e me sequei devagar, como quem prolonga o próprio castigo. Ombros, peitoral, abdômen, até a virilha. Passei pelo p*u por cima da toalha e cerrei os dentes. O instinto pedi

