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1067 Palavras

A lua cheia iluminava suavemente o quarto de Gael, filtrando-se pelas grossas cortinas de linho e banhando os móveis rústicos em tons prateados. A noite carregava o aroma amadeirado da floresta, um perfume natural que sempre invadia os aposentos do alfa e que, de certa forma, acalmava Ava, mesmo quando o coração dela batia descompassado, prestes a saltar pela garganta. Gael estava encostado no batente da porta, os braços cruzados, observando-a com aquele olhar predador, selvagem e faminto que Ava conhecia bem demais. Ele caminhou até ela com passos firmes, sem apressar-se, como quem domina completamente o espaço e o tempo. O chão de madeira rangia suavemente sob o peso dos seus passos. Quando parou diante dela, inclinou-se e segurou seu queixo entre os dedos, obrigando-a a levantar o ro

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