Os dias seguintes se tornaram uma mistura de rotina e desejo incontrolável. Hugo continuava sendo o segurança e motorista impecável, sempre atento a cada passo de Vanessa, mas a tensão entre eles crescia a cada instante que passavam sozinhos.
Hoje, Vanessa decidiu que Hugo deveria acompanhá-la em um passeio particular pela propriedade, longe de qualquer olhar indiscreto. Ela caminhava à frente, saltos firmes no chão, cabelo ruivo solto dançando com o vento, e ele, como sempre, a alguns passos atrás, sentindo cada movimento dela como um magnetismo impossível de ignorar.
— Hugo — disse ela de repente, virando-se, o olhar verde penetrante — você consegue se controlar hoje? Quero que fique só comigo, mas que lembre do seu lugar.
— Sim, Vanessa — respondeu ele, a voz firme, mas o corpo já queimando de desejo.
Ela sorriu, um sorriso cheio de malícia, e aproximou-se dele. Sem avisar, passou a mão pelo braço dele, provocando um arrepio que percorreu toda a espinha de Hugo. Ele respirou fundo, tentando manter o controle, mas sabia que isso seria impossível.
— Venha até aqui — disse Vanessa, conduzindo-o para uma área isolada do jardim. — Quero testar se consegue lidar comigo… sem perder o controle.
Antes que ele pudesse reagir, ela se inclinou, seus lábios roçando os dele, um beijo rápido, intenso, dominador. Hugo sentiu o corpo reagir imediatamente, mãos tremendo, coração disparado. Ela sorriu contra a boca dele e, sem perder tempo, sussurrou no ouvido dele:
— Solta tudo, Hugo… mas lembra, só quando estivermos sozinhos.
Hugo não conseguiu resistir. Ele segurou a cintura dela, aproximando-a do corpo, e seus lábios se encontraram em um beijo que misturava dominação, desejo e entrega. Vanessa deixou claro quem estava no comando, guiando os toques, provocando gemidos baixos que apenas aumentavam a excitação dele.
— Você sente isso, Hugo? — perguntou ela, a voz rouca, provocante — É só você e eu… ninguém mais. E quero que saiba: cada toque, cada beijo… é meu. E você vai aprender que estar comigo significa se entregar.
Ele engoliu em seco, sentindo que já não havia controle. Cada centímetro do corpo dele pedia por ela, cada respiração estava misturada com o perfume dela, cada olhar era um convite para se render completamente.
— Sim, Vanessa… — murmurou ele, a voz rouca, quase um sussurro — eu me entrego a você.
Ela sorriu, satisfeita, e afastou-se apenas o suficiente para olhar nos olhos dele.
— Ótimo… porque uma vez que você entra no meu mundo, Hugo, não há volta. Você vai aprender a obedecer… e a desejar cada segundo disso.
Hugo sentiu o corpo inteiro vibrar com aquelas palavras, entendendo que sua vida, seu desejo e sua mente já estavam completamente presos àquela mulher. Vanessa era dominadora, irresistível e perigosa — e ele não queria, nem podia, resistir.
Quando chegaram à mansão, a noite já havia caído, iluminando a propriedade com luzes suaves que refletiam na piscina e nos jardins. Vanessa foi direto para a cozinha, onde a cozinheira, Maria, estava preparando os últimos detalhes do que havia pedido.
— Maria, o que eu pedi está pronto já? — perguntou Vanessa, observando cada detalhe com atenção.
— Sim, senhora. Está no seu quarto, como pediu — respondeu a cozinheira, com um sorriso discreto.
— Certo, querida. Está dispensada. Boa folga amanhã. — Vanessa sorriu e Maria pegou a bolsa, acenou e saiu.
Vanessa se aproximou do painel da cozinha, observando a casa com aquele olhar dominante e satisfeito.
— Vem, vamos — disse ela, e Hugo segurou a mão dela, subindo atrás dela pelas escadas.
Quando ela abriu a porta da suíte, Hugo ficou sem palavras. Na mesa havia vinho, salgadinhos, batata frita, empadão de frango, chocolate com morango e bolo. Um verdadeiro banquete preparado para eles.
— Nossa… — disse Hugo, surpreso, sorrindo — um banquete.
— Quase isso — respondeu Vanessa, com aquele sorriso provocador — o banquete mesmo… sou eu.
Hugo riu, aproximou-se dela e a beijou, sentindo o calor do corpo dela. Vanessa retribuiu com intensidade, os lábios e mãos explorando, mas sem ultrapassar os limites ainda.
Ela foi até o closet e trouxe um short, uma cueca e uma camisa para ele:
— Comprei pra você — disse ela, entregando as roupas — depois você pode trazer algumas coisas para cá. Vou deixar um quarto de hóspedes separado pra ter suas coisas.
— Tá bom — respondeu Hugo, sorrindo, ainda absorvendo o clima de i********e crescente.
— Bom… pode ir pro banho. Eu vou pegar minha roupa ainda — disse Vanessa, com um olhar que deixava claro que ela já planejava a noite.
Hugo entrou no banho, sentindo a água quente relaxar os músculos tensos, e saiu secando o cabelo. Vanessa entrou em seguida, e depois saiu usando uma camisola branca, que colava levemente ao corpo, deixando apenas sugestão e provocação.
— Bom, primeiro vamos comer — disse ela, com um sorriso — e depois eu mostro meu cantinho secreto pra você.
— Tá — respondeu Hugo, sentando-se à mesa, tentando manter a calma.
— Pode se servir à vontade — disse Vanessa, colocando-se confortável — não precisa ter vergonha pra comer.
Hugo sorriu, serviu o vinho para os dois, e Vanessa se sentou, ligando uma música baixa e agradável. Ela começou a comer, beber vinho e conversar de maneira leve e descontraída, mas o olhar dela, a forma como sorria, cada gesto provocava Hugo de um jeito que ele m*l conseguia disfarçar.
Ele tentava focar na comida, mas cada movimento dela, o corpo levemente exposto pela camisola, o perfume suave, cada sorriso… tudo o deixava cada vez mais e******o. Hugo sabia que a noite ainda seria longa, e que Vanessa estava preparando cada momento para deixá-lo completamente à mercê dela.
— Hugo — disse ela de repente, inclinando-se para ele, o olhar verde intenso — depois que terminarmos, vou te mostrar meu cantinho secreto. E lá… vamos explorar algumas coisas que eu quero que você aprenda.
Hugo engoliu em seco, o coração disparado, sentindo que a tensão acumulada durante o dia estava prestes a explodir. Ele sabia que, quando estivessem sozinhos, não haveria mais regras… apenas entrega, desejo e dominação.