Provocação e Controle

756 Palavras
Hugo sentiu o corpo inteiro pulsando enquanto encarava Vanessa, o perfume dela invadindo seus sentidos. Ele engoliu seco e disse, tentando manter a compostura: — Senhora… isso não é um teste pra me demitir, né? Ela riu, um riso baixo e provocativo, que fez cada fibra do corpo dele reagir. — Não, Hugo — disse ela, aproximando-se ainda mais — isso é só… diversão. Vanessa passou a mão pelo peitoral dele, sentindo os músculos sob a pele firme. Hugo tremeu, incapaz de controlar o desejo que subia rapidamente. Então, com um movimento suave, ela guiou a mão dele até a cintura dela, segurando firme. — Senhora… — ele murmurou, quase sem fôlego, o coração batendo acelerado. Ela sorriu, com aquele olhar dominante que o deixava à mercê dela, e colocou o dedo indicador nos lábios dele: — Shhh — disse, baixinho, quase um sussurro que queimou a pele dele. Hugo encostou-se na borda da piscina, e ela, sem hesitar, colocou as pernas ao redor da cintura dele. O corpo dela estava colado ao dele, cada centímetro pressionando, provocando. Ele segurou firme, sentindo o calor, a textura, a energia dela pulsando contra ele. — Quanto você quer por mês… — ela murmurou, olhando nos olhos dele, um sorriso travesso nos lábios — para toda vez que eu quiser, você estar pronto pra mim? Diga seu valor, Hugo. Hugo engoliu seco, sentindo o desejo quase impossível de controlar. A provocação dela, a forma como dominava o espaço, o corpo e a mente dele… era mais do que ele podia suportar. — Senhora… eu… — começou, a voz rouca, o corpo tenso, os músculos reagindo — qualquer coisa que a senhora quiser… eu… Ela riu, inclinando-se ainda mais, sentindo o corpo dele reagir, o calor subindo a cada toque. — Boa resposta, Hugo — disse, mordendo o lábio, o olhar fixo no dele. — Mas lembre-se: aqui, você não escolhe. Eu escolho. Sempre. Hugo engoliu em seco, sentindo que estava completamente à mercê dela, mas, ao mesmo tempo, impossivelmente e******o. Ele sabia que, a partir daquele momento, cada encontro com Vanessa seria um teste de desejo, controle e entrega… e ele já não queria resistir. O calor do sol refletia na água da piscina, mas nada se comparava ao calor que crescia entre Hugo e Vanessa. Seus olhares se encontraram, carregados de desejo, e de repente, a distância entre eles desapareceu. Hugo não conseguiu mais se controlar. Seus lábios se encontraram em um beijo urgente, intenso, carregado de expectativa e desejo contido há dias. Vanessa gemeu baixinho contra os lábios dele, provocando-o, guiando-o, mostrando que estava no comando, mas permitindo que Hugo cedessem à atração. — Hugo… — sussurrou ela no ouvido dele, a voz rouca de excitação — solta meu biquíni. Ele a olhou com aquele olhar sensual, o mesmo que já não era mais do homem que se controlava. Seu corpo estava completamente rendido ao dela. Com um gesto firme, ele soltou o fecho do biquíni dela e, sem hesitar, continuou o beijo, agora explorando o pescoço, o colo, os s***s dela. A água ao redor deles refletia o movimento de seus corpos, tornando cada toque mais quente, mais intenso. Vanessa gemeu baixinho, sentindo a entrega de Hugo, e por um instante, o mundo inteiro desapareceu. Ali, na água, os papéis de chefe e funcionário se misturaram com prazer, desejo e dominação. Hugo a dominou com firmeza e cuidado, guiando, provocando, mostrando que também podia se entregar sem perder o controle totalmente. Quando tudo finalmente cessou, os corpos respiravam juntos, molhados e ainda pulsando de desejo. Vanessa se afastou ligeiramente e sentou-se na borda da piscina ao lado dele, ainda com os cabelos molhados e os olhos brilhando de provocação. — Pode falar, Hugo — disse ela, a voz suave agora, mas ainda carregada de poder — o que você quiser falar, tá? Qualquer dúvida, qualquer pergunta… pode fazer. Hugo engoliu em seco, olhando para ela. Cada palavra dela fazia seu corpo reagir de novo, mas ele sabia que aquele momento também era de i********e, de confiança, de entrega que ia muito além do físico. — Senhora… — começou ele, a voz rouca, quase trêmula — eu… eu não sei nem por onde começar. Ela sorriu, inclinando-se para tocar levemente o ombro dele. — Comece de onde quiser… — disse Vanessa, a voz firme, mas convidativa. — Eu estou ouvindo. Hugo respirou fundo, sabendo que naquele instante, não havia mais regras rígidas, não havia controle absoluto. Havia apenas eles… e o desejo que finalmente podia se libertar.
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