Capítulo 11 — Os Ecos do Sangue

1661 Palavras

A manhã não havia nascido em paz naquela casa. O céu permanecia cinza, como se pressentisse o que estava por vir. Dante estava no escritório, os dedos batendo contra a madeira da mesa com impaciência. Havia algo errado. Um pressentimento incômodo, como uma brisa fria correndo pela espinha. Ele encarava os relatórios, mas os números pareciam não fazer sentido. Havia movimentações suspeitas nas rotas. Uma das cargas havia desaparecido. Silêncio demais de pessoas que normalmente não se calavam. A guerra que ele achava controlada talvez estivesse ganhando um novo rosto. — Encontre Sandro. Agora. — ordenou a Pietro, um dos homens de confiança que esperava do lado de fora. Assim que o capanga saiu, Dante se recostou na cadeira, levando um copo de uísque aos lábios. O líquido queimou como um

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