Após explicar às crianças o significado da palavra “spa”, conto para Alice que ela poderá ir ao aniversário da amiguinha e pergunto se ela está com febre quando assisto-a sorrir de forma sincera. Ela diz, com uma risadinha sarcástica, que doente deve estar seu pai depois de aceitar que a menina fosse a uma festa de aniversário. Se ela soubesse o que tive que fazer, não diria isso. Após conseguir marcar um horário com a senhora Leide, Felipe diz “que não ‘palticipalá’ de ‘spal’ nenhum, ‘polque’ é coisa de menina chata e que ‘ficalá’ em seu ‘qualto solzinho’”. Como não sou boba nem nada, respondo que ele pode até não participar, mas, sozinho, apenas por cima do meu cadáver — de morte “molida” ainda por cima —, e sorrio ao vê-lo cruzar os braços, irritado. Comento ainda que ele pode escolher

