— Quer entrar? — Tem certeza disso, sabe que podemos nos arrepender depois. — diz isso, mas seus olhos cintilam de desejo. — Não estou te pedindo amor eterno — gargalha. — Mas não tenho culpa caso termine a noite apaixonado. — sorrio, vendo-o despir-se diante de mim, sem pudor algum. O sorriso desfaz-se do meu rosto conforme o seu peitoral definido praticamente invade a minha visão e, ao vê-lo entrar na banheira vestindo apenas a sua cueca box escura, sinto um arrepio frio na espinha. Ele aproxima-se devagar e não contenho as batidas do meu coração quando sedutoramente sou puxada pela cintura ao seu encontro e nos entreolhamos. — Vou te dar uma última chance. — sua voz rouca penetra tão profundo em mim que sinto o meu corpo amolecer-se em seus braços. Deus! Esse homem vai me matar. —

