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1899 Palavras

DIEGO — Temos um assunto pendente. — mordi a pele do seu pescoço, ela gemeu. — Temos. — E o que faremos? — Questionei, com a boca colada em sua pele macia e aveludada Estava duro. Tentando me controlar por ela. Mas, recebi um aval de que não precisava, pois, foi isso que ela fez quando pediu que eu a mostrasse, que eu malditamente lhe mostrasse o que faria com ela de manhã de não fôssemos interrompidos pela ligação. Ouvi quando expirou, expulsando todo o ar, lentamente, arqueando as costas no processo, me querendo... Desci minha mão em direção ao lugar que eu ansiava tocar mais uma vez. Beijei seu pescoço. Pus a língua para fora e deslizei na depressão, querendo grunhir quando ofereceu-o para mim ao deitar a cabeca de lado e expor a pele. Sem demoras meu dedo encontrou a entrada

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