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1786 Palavras

DIEGO — Por onde você andou? — Murmurei, ainda assustado, estava difícil até respirar — Fui ao inferno e voltei. Ela estava agarrada a mim, tremendo inteira. O corpo chacoalhando tanto que eu tive medo por ela. Os soluços altos se perdiam na direção do vento um tanto forte. Eu não sei definir o que senti quando Francine se jogou sobre mim, me apertando como se estivesse aliviada. Foi como se, de todas as pessoas, eu fosse a que ela queria, que se sentia protegida e acolhida. Quis rir da idiotosse, da ilusão. Fiz menção de tirar suas mãos do meu pescoço para que pudéssemos entrar no hotel, fugir da chuva, mas ela se negou, apertando-me ainda mais. O que diabos havia acontecido com ela? — Francine. — chamei — Anjo, precisamos entrar, você precisa se aquecer para não ficar doente. —

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