Capítulo 142 Cérebro

1276 Palavras

Cérbero Narrando Caralhø... a cabeça a mil, pulando feito tambor. Tentei correr contra o tempo: mandei mensagem, liguei pros filhos da putä que sempre colam comigo, pra ver se algum tinha lábio quente pra me dar um apoio. Sabe o que me responderam? — “Qual é, Cérbero, isso aí é com o chefe, ele tem prova.” Papo reto: quem sou eu pra contestar o chefe quando o bagulho é pesado? Mas pørra, a sensação de estar cercado, de ver todo mundo com o olho em cima dela, me deixou putø. A sorte foi os cria pegarem o Betinho — ou seja eu ter parado ele na bala. Se não fosse isso, o filho da putä tinha metido o pé. Pela primeira vez na vida senti o fígado virar nó, uma obsessão e o ódio misturado, parecia que eu tava no meio de um tiroteio dentro de mim. Nunca me deixei levar por mulher, nunca me coloq

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