Cérbero Narrando Se fosse outra mina, já tava mandando eu entrar, fazer o que quisesse. Agora, essa pørra dessa mulher… simplesmente mandando o Cérbero meter o pé da casa dela. — Prova que você não é igual todo mundo… prova que você não é igual aos outros sai daqui agora. — falou ofegante. A voz dela entregou. Tem algo errado aqui. Estreitei os olhos. — Alguém tentou fazer alguma coisa contigo? — Não é da sua conta — mandou na lata, reta, mas sem me encarar. E eu sei, parça… essa fita de não olhar no olho entrega mais do que qualquer palavra. Quem não encara é porque tá com a mente suja, tá escondendo algo ou tá fugindo da guerra. Quem é de bater de frente não desvia a visão, segura até o peso do inferno se for preciso. Dei dois passos pra frente, pesado, olhando dentro do olho dela

