Leo ficou olhando o telefone na mão, sem saber que pensar. Uma
infinidade de emoções o atravessava, desgosto, culpa, excitação. A
culpa era prematura. O desgosto estava justificado. A excitação era um
problema. Embora recusasse o retorcido presente do seu irmão, seu
pênis se ergueu em suas calças no momento que o cenário foi
desenvolvido através do telefone. Não a havia visto ainda e já estava
fantasiando-a como sua própria escrava, existindo só para obedecer e
saciar seus caprichos sexuais.
Angelo tinha um g***o no Brooklyn agora. Ele não estava
blefando. Mataria. A família não gostava de m***r mulheres e evitavam
cada vez que podiam, mas o pênis do Angelo não se movia nessa
direção, não fazia diferença mulher ou homem para ele. Provavelmente
o que menos importava era o tipo de genitália que tinha sua vítima. Má
sorte para a garota.
Leo foi a primeira pessoa que Angelo contou. Estava preocupado
que os outros não o aceitassem se soubessem, mas resultou não ser um
problema. Ele era muito bruto, sua opção s****l não fazia a mínima
diferença ao nível de respeito que conseguia ganhar. E o tio Sal não teve
dúvidas ao promovê-lo. Tudo o que importava era que Angelo fosse uma
grande fonte de ganho para a família.
Em um momento de embriaguez, de vínculos emocionais
exacerbados e de contar segredos, Leo confessou suas próprias
inclinações sexuais alternativas, uma escolha que em retrospectiva
possivelmente foi um engano, dada a forma que a mente do seu irmão
funcionava.
Leo teve alguns relacionamentos sexuais de longo prazo. Tinham
sido bons, e acabaram sem muitos problemas, mas o que ele procurava era que incapaz de ter uma escrava.