CONTINUAÇÃO DO CAPÍTULO 3

279 Palavras
Leo ficou olhando o telefone na mão, sem saber que pensar. Uma infinidade de emoções o atravessava, desgosto, culpa, excitação. A culpa era prematura. O desgosto estava justificado. A excitação era um problema. Embora recusasse o retorcido presente do seu irmão, seu pênis se ergueu em suas calças no momento que o cenário foi desenvolvido através do telefone. Não a havia visto ainda e já estava fantasiando-a como sua própria escrava, existindo só para obedecer e saciar seus caprichos sexuais. Angelo tinha um g***o no Brooklyn agora. Ele não estava blefando. Mataria. A família não gostava de m***r mulheres e evitavam cada vez que podiam, mas o pênis do Angelo não se movia nessa direção, não fazia diferença mulher ou homem para ele. Provavelmente o que menos importava era o tipo de genitália que tinha sua vítima. Má sorte para a garota. Leo foi a primeira pessoa que Angelo contou. Estava preocupado que os outros não o aceitassem se soubessem, mas resultou não ser um problema. Ele era muito bruto, sua opção s****l não fazia a mínima diferença ao nível de respeito que conseguia ganhar. E o tio Sal não teve dúvidas ao promovê-lo. Tudo o que importava era que Angelo fosse uma grande fonte de ganho para a família. Em um momento de embriaguez, de vínculos emocionais exacerbados e de contar segredos, Leo confessou suas próprias inclinações sexuais alternativas, uma escolha que em retrospectiva possivelmente foi um engano, dada a forma que a mente do seu irmão funcionava. Leo teve alguns relacionamentos sexuais de longo prazo. Tinham sido bons, e acabaram sem muitos problemas, mas o que ele procurava era que incapaz de ter uma escrava.
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