Sem conversa

1301 Palavras

Diogo Vitorio Era tanta pessoas, que eu não sabia como um não comia no prato do outro. Além da fartura, um homem claro, de olhos claros magros me avaliando a cada passo. De um jeito matuto de falar, mastigando fazendo barulho, além da mulher de pele escura me olhando e também para irmã. Quando as crianças se afastaram da mesa, me sentei perto do Mário. Ao menos parecia menos estranho que os outros. m*l sentei, Isabel levantou, eu já levantava, quando ela veio até mim. — Bolo de puba...— Saiu apontando atrás de mim, tudo disposto numas cestas bem arrumadas e postas. — Bolo de aipim que tu já comeu, lembra? Beiju de coco, tem bolo de milho, pamonha de milho com queijo e sem, cuscuz de tapioca, de milho, se tu não quiser nada posso fazer um beiju de queijo... — Tem também sequilhos de que

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