Diogo Vitorio Era tanta pessoas, que eu não sabia como um não comia no prato do outro. Além da fartura, um homem claro, de olhos claros magros me avaliando a cada passo. De um jeito matuto de falar, mastigando fazendo barulho, além da mulher de pele escura me olhando e também para irmã. Quando as crianças se afastaram da mesa, me sentei perto do Mário. Ao menos parecia menos estranho que os outros. m*l sentei, Isabel levantou, eu já levantava, quando ela veio até mim. — Bolo de puba...— Saiu apontando atrás de mim, tudo disposto numas cestas bem arrumadas e postas. — Bolo de aipim que tu já comeu, lembra? Beiju de coco, tem bolo de milho, pamonha de milho com queijo e sem, cuscuz de tapioca, de milho, se tu não quiser nada posso fazer um beiju de queijo... — Tem também sequilhos de que

