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1631 Palavras
Capítulo 12 Eduardo narrando ‘’ Esse é o endereço com o nome das pessoas que você tem que eliminar, família do Imperador. Tia, tio e primos. Seja que nem seu pai, o controle da situação. Eu vejo você no meu lugar, assim que eu me aposentar.’’ Eu paro o carro na frente da casa, uma casa bem simples, tinha um homem na frente , um senhor quase trabalhando junto de duas crianças e uma mulher dentro de casa, eu olho para o meu parceiro e a gente se encara. — São eles? – ele pergunta — São – eu respondo – colocar no camburão da policia os quatro, entendeu? — Até as crianças? — Todos – eu falo para ele – queremos todos mortos. A gente desce da viatura e o senhor nos encara. Outra viatura chega logo atrás de nós reforçando os homens, eram todos enviados pelo supervisor da segurança. — Policiais? – o homem pergunta — Senhor André? – eu questiono — Sim – ele responde — Tio do Imperador, você comandou o morro junto do seu irmão alguns tempo. — Nãos ei do que está falando – ele fala — Sabe sim – eu respondo – estão todos presos. — Como? – ele fala — Se você medir forças comigo, eu mato seus filhos – eu falo apontando a arma para as crianças. Os policiais se aproximam e a gente leva os quatro a força, colocando no camburão da policia. André era tio de Imperador mas deixou o morro há uns 15 anos, quando resolveu se casar e ter filhos, viver uma vida longe do crime, mas seria um soco no estomago de todos após receberem as fotos dos quatro mortos. Paramos o carro em uma estrada e tiramos eles. As crianças amordaçadas e eles também. — Vão – eu olho para eles – correm – eles me encaram – estou mandando vocês correram. As crianças e eles começam a correr, eu pego a arma e começo atirar, mato as crianças primeiros, os pais se desesperam e depois mato os dois, depois tiro fotos e mando para Carlos. ‘’ o serviço está feito!!’’ Eu chego na confeitaria de Fabiene e vejo Fabiene com Miguel, ela me encara e eu me aproximo dela. — Como foi a operação? – ela pergunta — Um sucesso – eu respondo e ela me olha — Papai – Miguel fala estendendo as mãos — Deixa que eu levo ele para casa, estou de folga o resto do dia – ela me encara e assente. — Logo mais estou em casa. – ela fala Capítulo 13 Fabiene narrando Eu sai da confeitaria já era umas 3h da manhã, tinha muitos pedidos para entregar no outro dia, mas só conseguia pensar em meu irmão, eu sei seu número ddecor e disco, imaginando que não poderia ser mais o mesmo, mas a ligação cai na caixa postal. Perdemos nossos pais muito cedo, e um criou o outro bem dizer, a gente tinha somente dois anos de diferença um do outro, Rafael era mais velho e me arrependo muito ter saído do morro sem me despedir dele. Eu chego em casa e vejo que a luz do escritório estava ligada, paro na porta e Eduardo me encara. — Ainda acordado? – eu pergunto para ele — Estou fazendo as minhas investigações – ele fala — Sobre o morro? — Sim – ele fala me encarando e eu engulo seco novamente – e você? — Tinha muitas encomendas para entregar – eu respondo para ele – quase me vi louca – eu me aproximo e ele abaixa a tela do notebook – está conseguindo encontrar as informações ? — Sim – ele fala – minhas investigações andaram bastante, es tava pensando sobre isso, e acho que deveríamos ficar aqui — Então você vai desistir do morro? — Eu posso continuar investigando daqui e depois ir para lá para operação – ele fala – asismm não precisamos nos mudar. — Você não vai desistir da investigação do morro da rocinha? – eu o encaro — Jamais – ele fala – o antigo chef do trafico foi inimigo direto do meu pai, matou muitos companheiros. — Você esqueceu que tem uma família? – eu pergunto para ele — Não se preocupa, eu volto vivo para vocês – ele fala me olhando e eu n**o – Não vamos discutir meu amor, eu amo vocês mais do que tudo e você sabe dos meus sentimentos por você. — Eu acho que não estou te reconhecendo – eu falo para ele – você nunca foi obcecado por isso e agora do nada, você só sabe falar disso. — São oportunidades, sabe quanto tempo estou batalhando para ter a oportunidade de ser reconhecido? – ele pergunta — Lá também moram pessoas inocentes, será um m******e – eu falo para ele – nem todo mundo que mora lá são pessoas inocentes. — E você está preocupada com os moradores? – ele pergunta — É lógico – eu olho para ele – são pessoas inocentes. — Tudo tem consequência – ele fala me encarando – e essas pessoas morarem lá é uma. Vai descansar. — Você não vem? — Preciso ficar aqui mais um pouco – ele fala. Eu olho para ele e apenas assinto com a cabeça, eu vou para o quarto de Miguel e acabo adormecendo ali, acordo quando o despertador toca e era 7h da manhã me levanto vou para o nosso quarto e Eduardo não está ali, vou até o escritório e nada. Quando estava saindo do escritório escuto o celular tocar , era o celular dele, eu me aproximo e era um nome de uma mulher ‘’ Alana ‘’, mas quando vou atender , a chamada desliga, eu pego o celular e olho para fora vendo que o carro dele não estava ali, então eu abro o celular dele e tinha uma mensagem do supervisor , abro a mensagem e começo a rolar para cima, não tinha nada de mais. E nem tinha mensagem dessa tal Alana. Vou na galeria dele e penso que estava fazendo algo muito errado, mas mesmo assim continuo, até que abro uma pasta e ela pede senha, começo a colocar todas as datas e a data do Miguel desbloqueia, quando abre a pasta fico sem entender as fotos minúsculas, quando vejo as fotos, eu dou um grito e jogo o celular na mesa, me tremendo inteira pego e começo olhar as fotos com atenção e reconheço as pessoas nela, as crianças nela. Capítulo 14 Eduardo narrando Eu tinha amanhecido no escritório e vou para delegacia ainda antes do sol raiar, passo e pego café na padaria ao lado e entro na delegacia. — Descobriu alguma coisa? – o delegado fala — Bastante coisa – eu respondo — Estão eliminados? — Todos – eu respondo – não sobrou ninguém. — Nem AS CRIANÇAS? — Nem as crianças – eu respondo – eles mataram um pai de família, Imperador não merece que a tenha misericórdia de ninguém. — O supervisor mandou algumas coisas para você – ele fala – estão naquele envelope, ele disse que vai te ajudar na investigação, são fotos antigas, da família deles. — Sobre quem? — Aquele Rafael – ele fala – o gerente da boca Rocinha, ele que é o que organiza as operações , foi ele que organizou o roubo da carga da policia. — Filho da p**a, ele tem uma irmã, mas não consegui identificar quem era, provavelmente conhecemos ele por um nome falso ou sobrenome – eu falo — Parece não ter passagem pela policia. — Nem vai ter, vai direto para o caixão – eu falo. — Encontre a irmã dele , podemos usar ela para conseguir ele – o delegado fala me encarando – ele é um cabeça lá dentro, braço direito do Imperador e do sub do morro o tal Gabriel, foi o que o Carlos me disse. Se a gente conseguir encontrar a irmã dele e pegar o Rafael, conseguimos muitas informações de lá de dentro. — Vou falar com Carlos – passo a mão na farda – m***a, esqueci meu celular em casa, vou voltar buscar. — Leva com você – ele fala dos envelopes — Vou levar. Eu entro no carro e vou em direção a casa, olho a hora e normalmente Alana sempre me liga esse horário, Fabiene chegou tarde e provavelmente não vai ver a ligação. Eu paro o carro na sinaleira e pego o envelope e abro, vou dirigindo e olhando as fotos, estava na rua de casa quando vejo a foto de Fabiene junto com Imperador e mais os traficantes, era ela sim, eu a reconhecia emqualquer idade, de qualquer forma, ela não tinha mudado nada. Quando estou aproximando de casa vejo Fabiene fechando o porta malas, eu começo a buzinar e ela em encara, ela entra dentro do carro e sai a mil, eu começo a dirigir atrás dela, mas a mesma dirige desnorteada pela cidade. Eu consigo ficar lado a lado dela e abaixo o vidro do carro. — Para o carro Fabiene – eu grito – Para o carro Fabiene, eu estou mandando! – ela em encara – para o carro! Vejo Miguel chorando no banco de trás apavorado, ela me encara e vira a direção batendo o seu carro contra o meu e me jogando para a pista ao contrário por pouco não bato em outro carro, eu volto para a pista normal e começo a seguir ela, ela estava bem distante. Eu não posso acreditar , era por isso estava protegendo a todos, eu pego meu rádio. — ´Preciso de reforços, carro preto sedan, placa xxl5895 – eu falo no rádio – parem esse carro, não atirem, somente parem ele!
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