Ponto de Vista de Seraphina Na manhã seguinte, não fui acordada pela luz do sol, mas sim pelo toque agudo do meu celular me arrancando do sono. Me obriguei a sentar. Essa mansão – a mansão de Marcus – parecia mais um túmulo: enorme, fria e vazia. E eu era o fantasma preso lá dentro. O nome da Victoria apareceu na tela – minha melhor amiga na Alcateia e também uma advogada de divórcios lidando com mais laços rompidos do que gostaria de contar. Ela já tinha me avisado para nunca baixar a guarda com o Marcus. Naquela época, ri disso, achando que era só por causa das muitas histórias de términos horríveis que ela via no trabalho. Ela até já prometeu que nunca se envolveria de verdade com alguém. "Seraphina! Ainda está viva aí? Juro, o Marcus provavelmente queria arrancar su

