Ponto de Vista de Seraphina Achei que seria uma boa ideia dar uma volta nas lojas depois de finalizar minha carta de demissão. O tempo estava correndo - eu precisava resolver as coisas da Alcateia Crescente antes que Marcus soubesse dos papéis da separação. Assim que entrei no arranha-céu da Corporação Crescente, senti como se o ar tivesse congelado. O sorriso profissional da recepcionista se transformou em algo mais parecido com pânico - como se ela tivesse visto um fantasma. Ela quase pegou o telefone por instinto, mas largou quando percebeu que eu estava olhando direto para ela. Na verdade, todos estavam olhando. Os olhos grudavam em mim como teias pegajosas - alguns curiosos, outros cheios de pena, e vários com aquele brilho perverso que as pessoas têm quando assistem a um d

