Capítulo 4

2087 Palavras
Roger Narrando Alguns meses depois… Eu já estava conseguindo colocar a minha vida nos trilhos, foi difícil superar tudo o que me aconteceu, mas eu consegui. O Alisson já tinha se recuperado bem, sem sequelas. O que é um grande milagre devido ao atropelamento. Alguns meses atrás o Escobar quase morreu em uma emboscada feita pelo Rennan, mas graças a Alicia que conseguiu entrar em contato com o Talibã, conseguiram salvar a vida dele. Mas também, o Escobar foi mexer numa minha de vespas. Ele não pensou antes de agir, foi atrás do filho do cara e com isso a Alícia foi sequestrada. Ainda bem que não aconteceu nada com ela, e que ele está se recuperando bem. Hoje eu estou aqui assistindo a minha ex mulher se casar com o homem que ela sempre amou. Eu achei que seria mais difícil estar nesse casamento, mas até que está sendo bem fácil. O difícil tá sendo evitar olhar pra Suellen, ainda mais que ela trouxe o namoradinho a tiracolo. Eles estão namorando há mais ou menos um três meses e infelizmente isso é culpa minha, já que fui eu quem falou pra seguir em frente e ir viver a vida dela. A cerimônia foi tranquila e muito bonita, depois eu conversei um pouco com o Escobar. Vou dar um tempo pra ele se aproximar do Alisson, e vou mergulhar no trabalho que é o melhor que eu posso fazer. — Tá viajando aí?!– ouvi a voz do Picasso atrás de mim. — Estou só pensando na vida.– dei de ombros.— E tu, não larga esse telefone.– ele guardou o telefone no bolso. — Estava falando com a minha mina.– ele riu negando.— Minha não, porque ela é difícil pra c*****o pra me dar condições.– ele acendeu um cigarro normal e me ofereceu o outro. — Agora que tu é vai ser o meu braço direito vai ser mais fácil pra conquistar ela.– acendi o cigarro. — Ela não é interesseira RG, ela é mãe solteira e se dedica ao máximo a filha dela.– eu olhei pra frente vendo a cena do casalzinho vinte, meu maxilar travou quando o Guto beijou a Suellen.— Tudo bem RG?– senti meu rosto esquentar. — Eu preciso ir embora.– ele ficou sem entender nada. Eu caminhei até o meu carro, assim que eu entrei no mesmo soquei a p***a do volante. — Culpa é Roger, ela está com ele por sua culpa, seu covarde.– fechei os olhos e joguei a cabeça pra trás. Eu estava tão perdido nos meus pensamentos que eu nem vi a porta do passageiro se abrindo. — Precisamos conversar.– só então eu me dei conta que a Suellen havia entrado no carro. — O que tu tá fazendo aqui Suellen?– perguntei sem olhar pra ela. — Vamos até a rodoviária, tenho que buscar a Hanna.– eu arquei uma das sobrancelhas.— Todos vão embora daqui a pouco, até mesmo o Guto.– eu fiquei sem entender nada.— Eu vou ficar aqui em arraial com a Hanna, ainda estamos de férias.– ela deu de ombros.— Acho que o caminho até a rodoviária é tempo o suficiente pra gente conversar.–eu dei partida no carro, nos primeiros minutos na estrada, ficamos calados.— Pode vjrar aqui nessa rua.– eu fiz o que ela mandou, entramos numa rua sem saída.— Para na última casa.– assim eu fiz, assim que parei o carro ela desceu. Eu desci logo atrás, a casa era bem grande, nunca tinha visto essa casa antes. — O que estamos fazendo aqui Suellen?– ela não me respondeu, como já era de se esperar a casa estava mobiliada.— De quem é essa casa Suellen?– fiz outra pergunta. — É minha, meu pai deu pra mim de presente de aniversário adiantado.– ela caminhou até a porta passando por mim, fechei os olhos quando eu senti o perfume dela. Ela passou por mim novamente, reparei bem nela, ela continuava usando o vestido que foi madrinha. Como sempre ela estava linda, o vestido destacava cada parte do corpo dela, eu não parava de tirar os olhos dela. — Está gostando do está vendo ?– ela perguntou com um tom de ironia. — O que estamos fazendo aqui Suellen?– ela abriu um sorriso lindo e se aproximou de mim parando bem na minha frente. — Me diz você, o que você acha que estamos fazendo aqui.– o rosto dela estava muito próximo do meu. Segurei sua nuca com delicadeza, ao mesmo tempo apertando sua cintura com a outra mão, ela não resistiu. Aproximei nossos lábios, e logo a beijei, envolvendo meu corpo ao seu, matando minha vontade, nossas línguas se entrelaçaram em uma perfeita sincronia. Sem parar de beijar ela, a conduzi até um sofá que havia naquela sala. Ela se deitou, e coloquei meu corpo sob o dela, direcionando os beijos para o seu pescoço, e descendo até seu decote. Que delícia de mulher, doce, meiga e delicada. Sua mão passeava pelas minhas costas por dentro da camiseta, meu p*u já estava totalmente duro de tanto t***o. — Roger... – ela falou com os nossos lábios ainda colados - Vamos com calma!– continuei beijando ela não queria parar, eu queria f********o com ela, queria sentir seu corpo, mas eu vou seus limites.— Roger.– ela me chamou mais uma vez encerrando o beijo e se afastou. — Desculpa, estou indo rápido demais?– ela abaixou a cabeça.— Quer continuar?– ela não falou nada.— Olha sou como tu me deixou.– ela olhou pro volume da minha calça, seu rosto ficou vermelho de vergonha.— O que foi Suellen?– ela fechou os olhos. — Eu ainda sou virgem.– eu fiquei surpreso por ela confessar isso, ainda mais conhecendo o Guto, achei que ele já tinha conseguido tirar a virgindade dela. Mas por outro lado, fiquei mais aliviado que isso não tenha acontecido. — Eu não tenho vontade nenhuma de t*****r com o Guto, por mais ja tenha tentado me convencer...– ela mordeu os lábios.— Eu não sinto nada por ele, quer dizer... eu até gosto dele, mas é só isso.– ela se virou pra mim.— O que eu sinto por ele, não é o mesmo do que eu por você.– eu joguei a minha a cabeça pra trás.— Roger, por mais que eu tente, eu não consigo tirar esse sentimento de dentro de mim, toda que eu te vejo, meu coração bate mais forte, eu me controlo ao máximo pra não ficar te olhando.– meu sorriso se expandiu ao ouvir ela falando assim. — Se eu te falar que eu me sinto assim, você não sabe o quanto eu me controlo pra não te arrancar dos braços do Guto.– balancei a cabeça na tentativa de afastar as imagens deles dois juntos, puxei ela pro meu coloco.— Quanto tempo ainda temos até a Hanna chegar?– ela olhou pro celular. — Uma hora ainda, porque?– ela me respondeu. — Podemos aproveitar esse tempo, o que você acha?– ela sorriu meigamente e assentiu com a cabeça. Ficamos se pegando no sofá, fazia tempos que eu não ficava assim. Por mais que não tenha rolado sexo, mas fomos mais além do que uns simples beijos. A Suellen sabia exatamente o que ela queria, ela retirou a minha camisa e desceu a sua boca até o meu pescoço, depois foi trilhando até o meu p*u. — Suellen, é melhor você parar...– ela continuou o que estava e começou a abrir a minha calça. Minha garganta secou quando ela pegou no meu p*u, sua mão estava quente demais. Ela lambeu os lábios ao ficar cara a cara com ele, quando ela estava prestes a enfiar ele na boca. A p***a do celular dela começou a tocar, eu bufei frustrado quando ela se levantou e foi atender. — Tudo bem amiga, já estamos indo.– ela olhou pra mim e sibilou desculpa, eu dei de ombros.— A Hanna já chegou, vamos ter que deixar pra outro dia.– ela falou ajeitando a roupa. — Vou precisar de alguns minutos.– ela olhou pro meu p*u que ainda estava duro.— Onde é o banheiro? – eu me levantei arrumando a minha roupa. — Tem um banheiro logo depois da cozinha.– eu fui até onde ela me indicou, tive que tomar um banho gelado para acalmar a situação. Meia hora depois, chegamos à rodoviária. — c*****o vocês demoraram pra caramba.– a Hanna já entrou reclamando. — Desculpa amiga, tivemos um imprevisto.– a Suellen respondeu. — Oi priminho, vai ficar com a gente esse final de semana?– ela alisou o braço, a Suellen revirou os olhos. — Não, tenho uma favela pra cuidar.– respondi um pouco seco. — E não pode tirar um tempinho pra curtir com a sua priminha aqui nesse paraíso?– eu continuei prestando a atenção na pista.— Podemos relembrar aquela nossa viagem do retrasado, lembra?! Foi naquela viagem que nós dois transamos na praia.– eu quase que bati com o carro.— Meu Deus Rogerinho quer matar a gente.– eu olhei pra Suellen que estava com a cara fechada.— Foi a emoção de lembrar da minha primeira vez, você sabe que foi o meu primeiro né?!– minha vontade era de arrancar a língua dessa pirralha. Depois de um tempo ela finalmente calou a boca, quando chegamos na casa que elas iriam ficar a Hanna foi a primeira a sair do carro, admirada com a casa. A Suellen já estava saindo sem falar comigo, mas eu segurei o braço dela. — Eu posso ao menos te explicar o que rolou entre nós?– ela cruzou os braços sem falar nada. — Você traiu a minha tia com ela?– eu neguei com a cabeça.— Ano retrasado vocês estavam juntos, como você não traiu a minha tia com a sua prima Roger.– eu passei a mão no rosto. — Eu e a sua tia nem sempre não dávamos bem.– eu olhei pra frente.— Toda vez que chegava perto da "morte" do PH, ela sempre terminava comigo.– eu fechei os olhos reprimindo as péssimas lembranças desses dias, por mais que eu entendesse o que ela estava passando, era cansativo está a sombra de uma pessoa que até então estava morta.— Ano retrasado quando isso aconteceu, eu tive a estúpida idéia de ir pra uma das festas que o meu primo sempre, eu enchi a cara, me droguei.– eu me ajeitei desconfortável.— Eu só me lembro de acordar com a Hanna pelada ao meu lado, depois disso ela me contou que eu fui o primeiro homem dela.– ela continuava me olhando.— Eu me sinto culpado por isso até hoje, por isso que eu quase não bebo mais.– ela começou a mexer no cabelo. — Você sabe que a Hanna é a minha melhor amiga? - eu afirmei com a cabeça.— Eu não posso ficar com Roger, ainda mais sabendo que ela gosta de você.– ela saiu do carro e saiu logo atrás e segurei ela antes de que ela entrasse em casa. — Você quer dizer com isso?– ela abaixou a cabeça. — Que é melhor deixar as coisas como estão, nós dois nunca iremos dar certo... °°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°° COMENTEM BASTANTE 30 comentários °°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°
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