Sebastian Entro no presídio feminino com passos firmes, mas meu coração está pesado. Cada visita a Ludmilla é um lembrete de tudo que deu errado, de todas as promessas que não consegui cumprir. Quando vejo sua figura frágil, sentada na sala de visitas, sinto uma pontada de culpa que me consome. Ela se levanta rapidamente ao me ver, seus olhos azuis carregados de uma mistura de alívio e dor. Não consigo evitar o impulso de abraçá-la, segurando-a como se pudesse protegê-la de tudo o que a trouxe até aqui. — Milla... estou aqui. Sinto muito por tudo. — minha voz soa baixa, tentando transmitir a força que ela precisa. — Sebastian... achei que você me odiava, que nunca mais fosse querer me ver. — ela murmura, a voz trêmula. — Nunca. A culpa não é sua. — respiro fundo, segurando sua mão co

