Camilla Me arrasto pelo chão até o local onde minha bolsa está jogada, alcançando com dificuldade o meu celular. Meu corpo está dilacerado, cada movimento uma tortura que me lembra o quão frágil me tornei. — Sebastian... Eles me pegaram, a organização me pegou — soluço, a voz embargada de desespero. Essa sensação de desamparo absoluto me remete àquela única vez em que chorei da mesma forma, quando os irmãos Mazzini descobriram que eu havia recorrido a Sebastian por ajuda. Agora, mais uma vez, sinto-me uma boneca quebrada, despedaçada, e não sei quantas vezes mais conseguirei me consertar. — Camilla, eu quero que você morra! — A frieza de suas palavras atinge meu coração já em frangalhos, me despedaçando ainda mais. — O seu desejo será realizado se ninguém me socorrer... Sebastian, por

