capítulo 32

1090 Palavras

"vou nesta mesma senda que o representante do ministério público propôs, que se faça justiça. condenar Carlos não é justiça, porque ele não teve culpa da morte da Cherly Castro, e as provas são bem claras, e pudemos confirmar que o ex-marido da malograda, esteve sim no hotel, fizemos o reconhecimento facial, ele apagou as imagens da segurança mas havia outra que ele não teve acesso. Carlos é um homem que cometeu erros, e compromete-se a pagar pelos seus erros, mas não é assassino. Falam com o nosso sistema judiciário está corrompido com as pessoas no poder, mas processam m*l as provas, e homens inocentes pagam por crimes que não cometeram. Carlos é inocente neste crime que lhe é acusado."Declarou o advogado de Carlos, Afastou-se e o juíz tomou a palavra. "peço para que todos se retirem d

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