CAP 17

615 Palavras
Olhamos na loja e nada que tenha o estilo dela, no qual ele descreveu. Andamos mais três lojas e sim, acho que sim. Escolhi alguns modelos de blusas pra ele escolher. Um cropped com franjas preto e tinha estampado “free life” e uma regata com uma caveira mexicana totalmente colorida. Eu: Eaí? - estava esperando. Raí: Acho que você a conhece, cara. Não sei. Vend.: Olha não querendo me intrometer, mas já que é tão a cara dela, leva as duas. Você não sofre com a dúvida e ainda me ajuda. Eu: Esperta hein amiga. É Raí, leva as duas, pronto. Vamos pagar. Ele pagou e agradecemos a vendedora que foi um amor. Eu: Pra finalizar tem uma lojinha que eu amo demais e acho que tem umas coisinhas que ela vai curtir. - O arrastei pra lá, era uma loja pequena “like skate store” , porém tinham bijus bem naturalistas, artesanais e lógico que eu não ia sair de mãos vazias. Já avistei uma gargantilha com um pingente de trevo e era isso que eu queria, enquanto eu pedia ele olhava o que comprar. Ele decidiu por um pingente “mão com olho dentro” [// não sei o nome kkk] lindo. Eu: Ei o que achou dessa blusa? - era masculina daquelas quase social da linha do Mateus Verdelho. Raí: Pow maneira, vai me dar? Eu: Se manca moleque, vou comprar mim. - sim uso roupas masculinas, amo customização e vou fazer facul de moda e ah, eu tenho meu próprio estilo. Raí: Vou comprar uma igual. - o vendedor ria da gente, ele achou que fossemos namorados. — pode deixar que eu compro pra você. Eu: Pirou? Lógico que não, eu pago. Raí: Ai começa não. Eu: Tá. Paga a gargantilha e eu pago a blusa, OK? Você já vai pagar minha comida, tudo bem que é sua obrigação, mas… Raí: Feito! Tudo se resolveu, já saí usando a gargantilha. ... Estávamos na praça de alimentação com nossos lanches, ele tirava fotos minhas comendo e ainda postou no insta. Eu: Te odeio - eu disse rindo Raí: Então fica séria. - aí que ri mais. Tava muito bom, esquecer os problemas com ele. Mas e como será que tá o Carlos? Um i****a, mas me preocupo. — Vem cá e o marrento? Eu: Então né?! Ele morre de ciúmes de você. Então, ele ficou puto porque eu falei que ia vir com você, acabei brigando com ele e o Beto. Raí: Nossa até Alberto? Eu: Pois é. - disse meio cabisbaixa. Raí: Por que não me falou que eu cancelava? Eu: Não Raí, você é meu amigo. Ele só ficou mais P porque não contei pra quê, só isso. Raí: E por que você não disse logo? Eu: Deus, porque não convém. Ou ele confia em mim ou já era, o que é o caso. Raí: Não seja tao radical, pensa bem. Eu: Já pensei e é o melhor. Nós somos amigos acima de tudo e se continuarmos nem isso vai sobrar. Raí: Só pensa mais tá? Mas a decisão é sua. - pegou minha mão e beijou. Terminamos de comer. Ele comprou um milk shake de paçoca pra mim e cinco barras. Chegamos em frente a minha casa. Raí: Pow brigadão, acho que você acertou em tudo. Eu: Que nada, sempre que precisar, é bom ver você menos enrolado. - rimos — Fala pra ela quero conhecê-la hein. Raí: Com certeza, vamos marcar lá em casa qualquer coisa. Eu: Tá, depois me conta tudo! - o abracei. — Tchau coisinha. Raí: Tchau gulosa e não esquece o que eu falei. - bati continência e sai do carro.
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