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1698 Palavras

Sabrina Narrando O pagode tava pegando fogo! O som da bateria ecoava pelo morro inteiro, e a energia da galera era surreal. Todo mundo cantando junto, rebolando, bebendo e curtindo como se não houvesse amanhã. O tipo de festa que eu amo, tá ligado? Eu e Clara távamos no meio da pista, rindo, sambando e aproveitando cada segundo. O balde de cerveja que o Berrete mandou já tava quase no fim, e eu nem queria saber. O morro todo tava presente, geral feliz, e o clima tava bom demais. — p***a, amiga, isso aqui tá surreal! — Clara gritou no meu ouvido, animada, enquanto girava no samba, fazendo a saia dela subir mais um pouco. — Tá daquele jeito, filha! E olha só, n**o da Moé mandando ver, tá maluco! — Eu falei, jogando a cabeça pra trás e rindo. A Clara parecia em outro mundo. Nunca vi essa

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