Cinthia Quando ele desligou o telefone, eu ainda fiquei alguns segundos com o celular colado no ouvido, mesmo sem ouvir mais nada. O coração finalmente tinha desacelerado um pouco só de ouvir a voz dele, de saber que ele tava vivo. Mas o peso ainda tava aqui. Eu sentia que não tinha acabado. Respirei fundo, sequei as lágrimas com as costas da mão e me levantei devagar, tentando passar força pras meninas. Elas me olhavam com um silêncio enorme, todas reunidas no salão, esperando qualquer notícia. Cinthia: Ele… ele tá bem. — consegui dizer, a voz embargada, mas firme. — Ele disse que tá bem. Lavínia colocou a mão no peito, fechando os olhos. Anita respirou aliviada e até sorriu fraco. Kaylane abraçou a própria cintura e sussurrou: Kaylane: E os outros meninos? Ele falou? Eu fechei

