Cinthia Quando terminamos de jantar, o Felipe pediu a conta e ficou brincando com a minha mão por cima da mesa, passando o dedo entre os meus como quem sabe exatamente o efeito que tem sobre mim. Na saída, ele passou o braço pelos meus ombros, me protegendo do vento gelado da noite, e sussurrou no meu ouvido: Felipe: “Não tem nada nesse mundo que eu não faça pra ver esse sorriso teu aí.” E eu sorri ainda mais, incapaz de esconder o quanto meu coração já era dele fazia tempo. A gente entrou no carro e seguiu de volta pro morro em silêncio — mas aquele silêncio bom, cheio de carinho e cumplicidade. Era eu e ele. Nosso amor, do nosso jeito. (...) O caminho de volta foi tranquilo, e o Felipe dirigia com uma mão no volante e a outra acariciando minha coxa. De vez em quando, ele me olhav

