Dante A pele dela estava quente sob meus dedos. E mesmo que a razão gritasse em algum lugar na minha mente para que eu me afastasse, o corpo ignorava — dominado por algo mais antigo, mais primitivo. Algo que eu não podia controlar. Nem queria. Carina me olhava como se estivesse em guerra com ela mesma. Os lábios entreabertos, o peito subindo e descendo com a respiração acelerada, os olhos incendiados de desejo e confusão. Ela queria me odiar. E talvez até odiasse. Mas isso só deixava tudo mais intenso. Mais perigoso. — Você é um erro, Dante. — sussurrou. — E você vai cometê-lo de novo, bella. — murmurei contra sua boca, a centímetros da pele dela. Meu tom não era gentil. Era uma promessa. Uma ameaça. Ela não respondeu com palavras. Respondeu com as mãos cravando nos meus ombros, me p

