bc

O Favela e a Mimada 2

book_age18+
1.4K
SEGUIR
5.4K
LER
sexo
família
amigos para amantes
menina boa
bandido
Comédia
amizade
crime
virgem
friends with benefits
like
intro-logo
Sinopse

Elisa e Castiel são melhores amigos desde que nasceram.

Mas quando uma situação embaraçosa no morro vizinho e um novo morador cruza o caminho desses dois.

Elisa se ver dívida entre o que acredita ser atração e aquilo que acredita ser paixão.

Enquanto Castiel que sempre fez de tudo para esconder o que sentia, se encontra determinado a conquistar sua melhor amiga.

chap-preview
Pré-visualização gratuita
Capítulo 01
Bem vindo(a) ao meu mundo imaginário! Só vim avisar que na história você poderá encontrar: 1. Clichês 2. Palavras de baixo Calão. 3. Cenas de Se*o 4. Gatilho 5. Drogas e Bebidas alcoólicas. 6. Violência 7. Alguns erros ortográficos. e diversas outras coisas. Esse é o segundo livro, mas não precisar ler o primeiro para entender - Mas se quiser saber a história dos pais da protagonista, sim. Ficaria bem feliz se pudessem me dizer se estão gostando, através de votos, comentários, e se puderem também compartilhar. Sempre estarei respondendo os comentários. (Obs: Essa história é mais voltada para o romance, então, provavelmente não haverá muitas cenas falando da boca ou coisas do morro) (2° Obs: Quero ressaltar que isso é ficção e que a autora não compactua com os pensamentos, atitudes e falas dos personagens) Boa leitura! ___________________________________________ Elisa on. — Rato, para de entrar pela janela! — Ordeno irritada jogando o travesseiro no homem que estava prestes a conseguir pular a minha janela com êxito, mas caiu quando foi atingido pelo meu travesseiro. — Ai! — Exclamou enquanto se sentava no chão, passando a mão no braço com uma expressão de dor e eu abrir um sorriso perverso. — Sabe que meu pai vai surtar quando descobrir que você tá tentando virar o homem aranha, não sabe? — Disse com a sobrancelha erguida olhando para o moreno — como se estivesse o desafiando a me dá um motivo para não contar — ele deu de ombros e se levantou. — Posso ser o seu miranha particular. — Se encosta na janela e me olha de cima a baixo fingindo uma cara sexy e abrindo um sorriso maroto — E te fazer subir pelas paredes. — Mandou um beijo no ar acompanhando com uma piscada o que me faz revirar os olhos. — Eu passo, obrigada. — Forcei o tom enojado da minha voz, fingi desdém enquanto olhava para o homem vestido em uma bermuda marrom clara e uma regata branca, ele apenas riu. — Vai colar no baile hoje né? — Perguntou enquanto mexia no celular rindo de alguma mensagem que acabou de receber. — É o aniversário da Maria, sabe que eu não perderia por nada. — Respondi como se fosse o óbvio e me levantei da cama, me dirigindo ao guarda roupa para guardar as roupas que eu tinha acabado de dobrar. — Ai! - Faz uma careta de dor enquanto coloca a mão no peito. Obviamente fingindo estar ofendido pelo fato dos dois serem gêmeos e eu revirei os olhos. — Vai ficar com problema de vista de tanto que tu vira esse zoi. — Faz um fino, acende o mesmo entre seus dedos e depois o leva à boca, soltando a fumaça em minha direção. — E você com o pulmão fudido de tanto fumar essa merda — Arranquei o cigarro de sua mão irritada e o joguei janela a fora, vendo o mesmo me olhar com uma expressão meio assustada, meio surpresa. — Oloko bicho, a guria endoidou - Diz sério, mas sua cara está com uma careta engraçada, eu tentei não rir mas acabei falhando miseravelmente, ele me puxa para mais perto de si, fazendo com que a minha barriga batesse contra a sua e eu começasse a sentir a sua respiração na minha testa. O seu perfume começa a exalar até a minha narina, me trazendo um cheiro familiar e reconfortante. Levantei o meu rosto devagar e logo encarei seus olhos castanhos, que pareciam muito mais profundos do que eu de fato me lembrava e me olhavam com atenção como se procurasse algo diferente no rosto que ele já via quase todos os dias. —Tem certeza que não vai por minha causa? — Eu nem pisaria os pés naquela quadra se fosse só o seu aniversário - Minto dando ênfase no "só" e um sorriso se forma em seus lábios, fazendo as covinhas aparecerem em suas bochechas, o que deixava ele ainda mais bonito. Ele sabe que é mentira, até por que o Rato - ele - é o meu melhor amigo e eu faria qualquer coisa por esse i****a. — Eu sei que você me ama, tá? Não precisa sentir vergonha, vem cá, dá um abraço no seu ratinho. - Ele disse me puxando para mais perto, pôs a mão na minha cabeça colocando ela no seu peitoral e fez um "cafuné" bruto na minha cabeça bagunçando todo o meu cabelo, que eu ainda não tinha arruma, mas mesmo assim odiava o fato dele está sendo bagunçado. Eu tentei me soltar do seu abraço, mas ele era muito mais alto e mais forte do que eu, então tudo o que me restou foi ceder e me sentir o abraço aconchegante do meu amigo. — Você é um i****a, você sabe né? - Perguntei rindo enquanto olhava para o mesmo. Estávamos próximos demais, seu rosto estava a menos de dez centímetros do meu, ele parecia olhar para a minha alma através do meu olhar, o que fez borboletas surgirem e começarem a dançar no meu estômago. Mas que merda de sensação é essa? Olhar para Rato tão de perto, me fez esquecer por alguns segundos que ele era o meu melhor amigo, quase irmão. Passei meu olhar pelo seu rosto magro e afável, observei a sua pele morena com algumas poucas e minúsculas sardas, sua boca carnuda em um tom rosado que a deixava ainda mais convidativa. Ele começou a aproximar a sua cabeça devagar, me deixando completamente imóvel à medida em que sua respiração começa a se juntar com a minha a cada segundo, minha respiração começou a pesar enquanto meu peito subia e descia de forma frenética. — Elisa você… - Em um susto ele me empurrou para longe, me fazendo cair na cama e bater a minha cabeça na parede, eu resmungo de dor enquanto minha mãe parecia indecisa entre olhar para mim ou para Castiel - O que vocês estavam fazendo? E por que eu não te vi entrar? - Ela pergunta desconfiada olhando para nos dois com a testa franzida. — Não estávamos fazendo nada. - Respondi olhando para Rato que agora se encontrava perto da minha janela, com as costas retas e uma cara de paisagem, enquanto eu massageava o topo da minha cabeça - O Castiel esquece que aqui tem porta, acha que é o homem aranha e vive entrando pela minha janela. Ele me lançou um olhar repreensiva que me fez jogar uma careta meio infantil para ele. — Ah… Entendi - Ela deu de ombros como se isso não fosse nada, me fazendo olhar para ela incrédula - Dá próxima vez entre pela porta, você não é macaco e também não é nenhum bandido. Eu segurei a risada quando o mesmo olhou para ela com a testa franzida, confuso, obviamente pelo fato dele ser um dos bandidos mais temidos do morro, mas aqui dentro e para mim, ele só era o Castiel. — Sim, senhora. - Diz fazendo voz grossa enquanto olhava para mim com uma cara de: Eu sabia que não daria em nada. — Venham tomar café - Ela ignora a continência que o mesmo fez, me fazendo rir da cara de decepção do garoto que parecia ter passado a vida toda ensaiando para isso. Me levantei ainda com dor na cabeça e me dirigi a porta sendo seguida pelo Rato, que me abraçou de lado e depositou um beijo na minha cabeça. Quem vê pensa que ele é um i****a comum. Mas o miserável lá fora era o homem mais temido abaixo dos traficantes de alta patente (JP, TH, Vinny). Era só ouvir o nome de um dos quatro que fulano já colocava o r**o entre as pernas e ficava pianinho. Miinha mãe quase nunca se mete nos assuntos da boca — Sendo assim, toda a questão da liderança fica com meu pai e com T.H — mas sempre acaba com uma glock na mão quando tem invasão, tentando livrar a pele dela e dos filhos de uma "bala achada", enquanto meu pai fica lá fora colocando a vida em risco pelo morro. — Cadê o gay do Guilherme? - Rato perguntou enquanto se sentava na mesa, pegando um pão e passando manteiga no mesmo. — Na escola, ao contrário de vocês, ele gosta de estudar. - Diz com a sobrancelha erguida e aponta a faca para o moreno que deu com os ombros como resposta. — Tô no crime pô, preciso estudar pra p***a nenhuma não. - Diz com um sorriso orgulhoso enquanto pega o seu terceiro pão. — E você acha isso motivo para se orgulhar, né? - Eu não tinha nada contra isso, achava até o Rato sexy quando ele estava treinando, mas minha mãe não me deixava entrar em assuntos do morro, por isso eu nunca nem toquei numa arma, na cabeça dela, claro — Alá, na hora de atirar nas garrafas, tu ama né? - Ele diz me fazendo olhar para seu rosto com os olhos arregalados e respiro fundo quando percebo que o mesmo era lerdo demais para entender o sinal de que era para falar a boca. — Que história é essa Elisa? - Minha mãe perguntou se exaltando um pouco por causa da descoberta repentina. — É brincadeira desse moleque mãe. - Eu afirmo imediatamente e minha mãe olha para Rato como se pedisse que ele confirmasse. Olhei para ele que se encontrava com o sexto pão na boca e um copo de achocolatado que minha mãe sempre comprava para ele. O observei olhar para mim e para minha mãe como se não soubesse de qual lado ficar, ele engole seu pão e afirma com a cabeça. — Foi s*******m Mel, fica susa. - Ele diz no momento que meu pai entra na cozinha, sem deixar passar a oportunidade de dar um tapa na cabeça do mais novo. — p***a vey, vai comer meu pão todo? - Meu pai perguntou pegando o saco de pão, mas Rato conseguiu tirar um antes que o meu pai o afastasse. — Qual foi JP. Tô na larica! - Ele estava quase choramingando enquanto meu pai mordia um pão encarando o mesmo. O café da manhã ocorreu como de costume - sempre que o Rato vinha tomar café aqui - ele e meu pai praticamente discutiam por tudo o que era comida. Ele ganhou esse vulgo porque quando era pequeno sempre que via uma comida ele dava uma mordida e deixava no lugar. Minha mãe ria da situação ao mesmo tempo que brigava com meu pai por ele agir igual uma criança. Eu dei um sorriso olhando para aquela cena, normalmente uma garota da minha idade, ainda mais sendo filha do dono do morro, seria: rebelde, respondona e toda tirada a fodona. Mas eu sempre fui grata a Deus pela minha família, talvez se fosse diferente eu teria crescido em uma casa sem tantas risadas e sem tanto amor. Quando o café da manhã acabou, Rato foi com meu pai para a boca receber algumas encomendas que estavam prestes a chegar. Ajudei a minha mãe a arrumar a mesa e a cozinha. Quando terminamos tudo, eu olhei no relógio que tinha na parede de frente para a pia e arregalei os olhos quando percebi que estava quase na hora do baile. Subi correndo para o meu quarto e comecei a tirar a roupa indo correndo para o banheiro, demorei uns cinco minutos no banho e saí do banheiro enrolada na toalha. Vesti minha lingerie de renda preta, um short jeans preto com alguns quadradinhos de prata e uma blusa soltinha vermelha, calcei um vans preto nos pés e fiz um r**o de cavalo começando a me maquiar. — Meu pai amado, você tá uma gata. - Olho para Maria que está encostada na minha porta e dou risada. — Aparecer de surpresa é coisa de família né? - Ela fez uma careta engraçada e adentrou no meu quarto se jogando em minha cama. — Nunca mais me compare com o perdido do meu irmão. - Dou risada assentindo com a cabeça e vou até o meu guarda roupa, abrir o mesmo e tirando de lá a sacola com o presente da Maria. — Toma. - Joguei a sacola na barriga da morena e ela fez uma careta de dor, mas seus olhos brilharam quando viu a sacola. — Que Deus te abençoe - Ela diz com um sorriso enorme se sentando na cama enquanto olha para a sacola, dei risada e me sentei na cadeira da escrivaninha olhando a minha amiga abrindo o presente. — Gostou? - Perguntei com um sorriso enquanto ela analisava a pulseira com o nome "jesus", ela deu outro de seus sorrisos lindos e assente com a cabeça. — Abençoado seja o dia do seu nascimento, gracinha. - Diz com uma cara de interesseira olhando para a pulseira que agora estava em seu pulso. Maria frequentava a igreja, mas não se considerava uma cristã pelo fato de beber e gostar de ouvir e dançar funk. Dei risada para a mesma que estava toda boba por causa da pulseira e nos levantamos indo para fora do quarto. Não demorava muito para chegarmos a quadra, mas como Maria quase não ficava no morro mas sim na casa do avô por causa da faculdade de pedagogia, fomos conversando bastante pelo caminho para colocar as novidades em dias, ela perguntou sobre os caras que eu tinha conhecido e se eu estava gostando de alguém. Mas sem saber o por que, minha mente viajou para o que aconteceu hoje de manhã, na maneira como o Rato me encarava e na sua respiração se sincronizando com a minha, se minha mãe não chegasse naquele momento eu não sei até onde poderia ter ido, mas eu sabia que se aquilo acontecesse um de nós dois poderia ter saído confuso e acabaria prejudicando a nossa amizade. A quadra estava perfeita, como meu pai fazia questão que ela estivesse sempre que havia algum aniversário ou festa. No meu aniversário ele só faltava contratar um trio elétrico de tão animado que ficava o morro. Continuei olhando para toda a quadra quando meus olhos se encontraram com o dele fazendo a minha respiração perder o seu ritmo e ficar desregulada. Ele estava lindo, acho que a palavra lindo era até modéstia olhando para ele. Vestindo em uma camisa pólo preta que apertava um pouco seus músculos conquistado na academia, quando ele cismou que estava magro demais e quis ficar gostoso - Conseguindo. Sua calça jeans preta realçava o formato da sua b***a arredondada, estava com um sapato cano médio da vans e subindo um pouco a vista eu pude ver o brinco que eu tinha escolhido para ele no dia em que ele resolveu furar a orelha combinando perfeitamente com o colar de ouro em seu pescoço. Eu já sabia que o Rato era lindo, mas hoje ele parecia ainda mais atraente do que eu me lembrava. Quando um garçom passou por mim eu rapidamente peguei a bebida que estava em sua bandeja e bebi em um único gole, fazendo-a descer queimando pela minha garganta e meus olhos arder. Quando a música da Luísa começou a tocar eu olhava para a Maria que estava começando a rebolar ao som da sua cantora preferida, ela me puxou pelas mãos em direção a "pista de dança" e eu comecei a rebolar junto com ela enquanto colocava a mão para cima. Castiel me olhava fixamente com um sorriso ladino e se eu não estivesse bêbada, juraria que tinha algo muito mais forte do que amizade em seu olhar, ele me olhava com desejo e nesse momento eu não sabia bem o que eu queria, mas o meu corpo almejava pelas suas mãos fortes e aqueles braços com algumas veias saltando para fora. Eu fechei os olhos e continuei dançando ao ritmo da música, sorrindo quando uma mão começou a deslizar pelo meu corpo, fazendo meus pelos se arrepiarem a cada toque da sua pele contra a minha. Eu me virei para o dono daquela mão e me decepcionei quando vi que não era o Rato. Mas mesmo assim eu deixei que ele me beijasse, deixei que ele grudasse o meu corpo ao seu e que aprofundasse aquele beijo cheio de desejo, sua língua invadia minha boca com voracidade e seus dedos adentraram em meu cabelo, quando nos separamos por falta de ar, eu olhei em direção ao Rato, mas o mesmo já tinha desaparecido..

editor-pick
Dreame-Escolha do editor

bc

Primeira da Classe

read
14.1K
bc

Amor Proibido

read
5.4K
bc

Sanguinem

read
4.3K
bc

De natal um vizinho

read
13.9K
bc

O Lobo Quebrado

read
121.7K
bc

Meu jogador

read
3.3K
bc

Kiera - Em Contraste com o Destino

read
5.8K

Digitalize para baixar o aplicativo

download_iosApp Store
google icon
Google Play
Facebook