In Hee

1243 Palavras
Apesar de todos os gastos não planejados, a viagem havia sido melhor do que o esperado. Chanyeol chegou em casa e jogou as malas no chão da sala, pegando o Byun no colo e beijando os lábios dele. — Nenhum tempo no mundo vai ser suficiente ao seu lado, mesmo quando me enche o saco. — Poxa, Yeollie. Eu não sei porque espero romantismos vindo de você. — fez bico e beijou o marido — Mas tudo bem, eu vou esperar você a noite para ficarmos juntinhos de novo. — sorriu — Essa tarde o Kyungsoo e eu vamos para a igreja, ajudar por lá. — Você deveria repousar, acabamos de voltar de uma viagem. — Para de ser tão preocupado, está tudo bem. Vou cuidar bem da nossa filhinha. — beijou Chanyeol novamente — Vamos tomar banho juntos e você me deixa na igreja. — Tudo bem, amor, vamos. (...) DOIS MESES DEPOIS — Yeollie... Minha barriga ta doendo. — disse manhoso, apertando os braços do marido, que, meio sonolento, apenas abraçou o corpo de Baekhyun e ficou fazendo carinho na barriga do marido — Tá doendo muito, não estou me sentindo bem. — reclamou mais, fazendo o marido arregalar os olhos e logo se dar conta do que poderia estar acontecendo. — Amor, precisamos ir para o médico. — disse um pouco mais desperto e levantou da cama, correndo pelo quarto para pegar roupas para Baekhyun e o bebê. Enquanto isso, o garoto apenas acariciava a própria barriga, fazendo um bico manhoso e tentando não chorar. Chanyeol terminou de arrumar a mala e ajudou Baekhyun a levantar cama, o levando para o carro. A primeira coisa que fez foi ligar para o Jongin, avisando que não poderia ir para o trabalho e que Baekhyun estava, provavelmente, ganhando In Hee, por isso estavam correndo para o hospital. Assim que chegaram, os enfermeiros já levaram uma cadeira de rodas para Baekhyun, levando o pequeno, que respirava ofegante, para a sala de parto enquanto Chanyeol assinava os papéis, em seguida já vestindo a roupa esterilizada e seguindo para a sala onde Baekhyun ganhava o bebê. — Você é mau, Yeollie. — disse bravo, segurando a mão do marido. — Por que, bebê? — Eu estou com dor e a culpa é toda sua, foi você quem fez o bebê. — disse choroso. — É verdade, mas já vai passar e nós vamos ter nossa bebê lindinha. — disse sorrindo e beijando os lábios do Byun. Em poucos minutos puderam ouvir o choro da menina. O obstetra a entregou para a enfermeira, que a enrolou na toalha cirúrgica e entregou para os pais. Baekhyun segurou a pequena nos braços, ainda choroso, mas dessa vez de alegria. — Olha como ela é linda, Yeollie, é muito linda. — Igualzinha a você. — Chanyeol sorriu, pegando a mãozinha da filha. Mas o momento de babar em cima do bebê logo acabou, pois a médica pediu a bebê para limpá-la e levá-la a enfermaria. (...) — Trouxe balões rosa. — disse Jongin, rindo e entregando os balões ao amigo — Quem é a sua filhota ai. Chanyeol estava parado em frente ao vidro do berçário, babando em cima da filha. — É aquela de roupinha amarela ali, mexendo as perninhas. O Baekhyun ainda não acordou para amamentar ela. — Ele fez o mais difícil, merece descansar mais um pouco, ela parece estar calminha, será que vai ser manhosa como o pai? — Não me resta dúvidas de que vai ser igualzinha. — disse rindo. Logo depois os maiores foram para lanchonete, onde encontraram Kyungsoo tomando o seu café da manhã, Baekhyun só poderia ser visitado por volta do meio dia, que seria quando finalmente pegariam a bebê no colo novamente. — Ela é tão pequena e molenga, eu tenho até medo de quebrar. Se eu não fosse um alfa, teria perdido meu emprego há muito tempo, pois vou precisar ajudar Baekhyun a cuidar daquela coisinha. — Nem me fala, cara, eu também tenho que cuidar de uma coisinha e não tenho vontade nenhuma de sair de casa. — disse beijando as bochechas de Kyungsoo, fazendo o ômega ficar todo envergonhado. — Mas eu não sou um bebê, amor, sei me cuidar e a maioria das vezes fico com o Baekhyun durante o dia, eu posso ajudar ele a cuidar do bebê também. — Isso é verdade, Soo, não seria uma má ideia você ajudar o Baekhyun. Já é um treino para o futuro. — Chanyeol sorriu malicioso e terminou de tomar seu café. O Park estava ansioso, contando os minutos para o momento em que poderia entrar no quarto do Byun e pegar seu bebê de novo. Assim que deu o horário, ele já subiu as escadas rapidamente até o quarto do marido, não queria elevador, queria chegar depressa, mesmo que esses cálculos não fizessem sentido. Abriu a porta do quarto vagarosamente e Baekhyun estava sentado na cama, olhando para o bebê que mamava em seu peito. — Olha, Channie, ela está mamando pela primeira vez. — sorriu pra o marido e voltou a observar a pequena, que com certeza seria o centro das atenções durante um bom tempo. — Eu estou vendo, é difícil dizer quem é o mais lindo aqui. — disse rindo e beijou a testa do marido, logo depois fazendo o mesmo com a filha — Se eu pudesse eu ficaria vinte e quatro horas grudado em vocês, mas eu vou ter que trabalhar, amor. — Promete que vai tentar chegar cedo em casa e me dar muito amor? — Eu prometo. — disse beijando os lábios do pequeno várias e várias vezes. (...) Ser humano mais manhoso que Byun Baekhyun não existia. Ele conseguia ser mais infantil que o próprio bebê que havia acabado de parir. Faziam três dias que estavam em casa, Chanyeol tentava ao máximo sair do emprego na hora, mas estava confortável sabendo que Kyungsoo passava o dia inteiro em casa com Baekhyun, sabendo que o pequeno estava tendo ajuda. Mesmo assim, se atrasasse um minuto o Byun já estava lá, com os braços cruzados e batendo pé. Chanyeol achava que as mudanças de humor constantes era por causa da gravidez, mas parece que estava conhecendo um novo lado de Baekhyun, agora um marido sem hormônios, mas ainda assim, incrivelmente manhoso. — Onde você estava, Park Chanyeol? Eu passei o dia todo cuidando da nossa filha e você nem para aparecer em casa a noite? — Baekhyun, deixa disso, eu saí do trabalho só quinze minutos mais tarde. — disse suspirando e começando a tirar a roupa, indo para o banheiro. — E essa uma hora desde que você saiu de lá? — fez bico. — Estava no transito. Eu não tenho interesse em trair meu ômega, para de neura. — Chanyeol não quis nem saber, pegou o pequeno no colo e levou para o banho consigo — Vou dar uns beijinhos nessa boca para ver se esse bico some. Baekhyun mordeu os lábios e abraçou o corpo do marido com força, não conseguindo segurar o riso. — Eu amo você, Yeollie. Acho bom parar de chegar atrasado ou vou acabar com você. — disse e deu um selinho nos lábios do marido. — Eu também amo você, meu bebezão. O Park cuidou do marido e depois da filha, dormiu feito pedra assim que sentiu a maciez do colchão contra a sua pele, mas estava feliz com a sua família.
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