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1854 Palavras
Capítulo 43 Leila narrando Eu estava completamente sobre pressão, não era apenas a morte da Jessica no morro da Rocinha que desandou tudo e as investigações não deram em nada e eu nem tinha como provar que Lk era um traficante e nem sabia como poderia atrair ele, mas agora também tinha a fuga de Carioca que levou com ele mais três presos. Tenório um racker condenado por participar de uma quadrinha de racker e invadir várias contas de bancos e da Presidencia do Brasil, ele conseguiu desviar milhões de dinheiro do País, também levou Hy um ladrão de banco famoso e que demorou muitos anos para ser preso e levou Perpetua uma mulher da Bahia que foi presa por t***************s no aeroporto internacional do Rio de Janeiro. Qual era a ligação de Perpetua com Carioca e os outros dois presos? Eu não sei, mas eu iria descobrir. — Delegada – Um policial se aproxima da minha sala — Sim – eu respondo — Acabamos de receber uma informação de que Perpetua a fugitiva, saiu do morro da maré. — Agora? – eu pergunto – onde ela está? — Estão vasculhando as ruas para descobrir. — Vamos para lá – eu falo – pega a chave da viatura. — Ok – ele responde. Eu estava sobre pressão de uma força maior aqui dentro da delegacia e o comando era acabar com todos os morros e com todos eles, prender todos eles. O problema é que a gente prende e eles fogem, porque dentro das penitenciarias existe uma máfia que protege eles a cima de qualquer coisa. Eu pego as minhas chaves e olho meu celular vendo a foto da pessoa mais importante na minha vida, aquela pessoa que eu iria m***r e morrer por ela, e era por ela que eu voltava todos os dias viva para casa. Se eu tivesse tido esssa pessoa na minha antes, eu não teria entrado para policia nunca, mas aqui é a minha paixão e eu não queria abrir mão da minha carreira mesmo que muitas vezes eu ache necessário abrir. Perpetua narrando Eu entro para dentro da casa e por mais que fosse besteira, eu só consigo pensar que talvez era a única chance que eu iria ter de sair daqui de dentro do morro. Eu pego uma mochila coloco algumas roupas e desço o mais rápido por possível. — Ei onde você vai? – Lisandra pergunta — Ele me deixou ir embora – ela me encara — O que? — Ele me mandou ir embora. — Não faz isso garota você é fugutiva, fica aqui, eu te ajudo. — Você acha que vou ter outra oportunidade? Lá fora eu me viro. — Você é maluca. — Maluca é se eu ficar aqui com essa bomba relógio que é esse cara e que a qualquer momento ele pode me m***r. — Perpetua – Lisandra fala da porta do salão de beelza dela. Eu a ignoro e continuo descendo quando chego na entrada do morro, alguns vapores me encaram e outros apenas me ignoram e eu saio bem tranquila até porque ele tinha daod a ordem, saindo pela sruas eu vou me afastando do morro, até que vejo uma viatura da policia, eu abaixo a cabeça e apresso os passos entrando pelos becos. O que eu iria fazer agora? Eu não sei. Eu tinha pegado uma grana que encontrei no quarto onde dormia com Carioca e iria tentar pegar um ônibus na rodoviária para Bahia ou sei lá, pegar carona com algum caminhoneiro, quem sabe eu consigo chegar até a minha tia, mas antes preciso encontrar algum telefone municipal que eu cosniga usar para ligar para minha tia e avisar que eu estava indo em direção a Bahia. — Parada – escuto uma voz atrás de mim e na entrada do beco eu vejo dois policiais. Eu ignoro os gritos deles e começo a correr que nem uma maluca, eles estão em uma distância boa que eu consiga fugir deles, então eu corro, entrando em um beco e saindo em outro, desviando todo o caminho que eu poderia desviar, eu me escondo dentro de uma lixeira e fico ali escondida, tiro da mochila a imagem da Nossa senhora das navegantes e da foto das minhas filhas. — Por favor me proteja, me leva viva até as minhas filhas, eu te peço um milagre, que você mande alguém que vá me proteger para me tirar daqui e me levar em segurança as minhas filhas, eu peço pela vida delas – eu peço baixo e chorando muito. Depois de um tempo ali dentro, eu abro devagar a porta da lixeira e vejo que o beco está vazio, então eu saio de dentro da lixeira e vou olhando para trás e andando para frente, até que bato em alguém.; — Por favor não me leva presa – eu falo e quando olho para frente. — Você deveria pedir para eu não te m***r – eu arregalo os olhos vendo meu pior pesadelo na minha frente. Capítulo 44 Carioca narrando Ela me encara e eu encaro ela. — A policia – ela repete – a policia está aqui. — Onde? — Aqui – ela fala e eu escuto vozes. Eu abro a tampa da lixeira e a empurro para dentro e eu entro também. — Que m***a você foi fazer? – eu pergunto com a arma na mão. — Você me mandou embora. — Se eu for preso por tua causa, eu mato você – eu falo com a arma na tuaa cabeça. — Você veio atrás de mim porque tu quis – ela fala – você me mandou embora e eu vim. — Você não deveria ter saído do morro c*****o – eu falo para ela, ela ia flaar algo mas escutamos vozes e eu tampo a boca dela. — Não tem ninguém aqui – escuto a voz do policial. — Não? – uma voz distante fala. — Não, avisa o Kaique, que não foi dessa vez que a gente pegou a Perpetua – o policial fala e eu encaro a Perpetua que arregala os olhos e me encara. Sua mão começa a tremer e ela suava frio, as gotas de suor descia pelo seu rosto, segurando a sua boca, eu miro a arma na cabeça dela. — Kaique – eu engatilho a arma e ela começa a chorar em silêncio, as lagrimas descia pelo seu rosto enquanto o policial fala – Não conseguimos encontrar ela, deve ter voltaod para o morro. Ok , vamos continuar de olho se ela sair a gente pega ela. – os passos começam a distanciar. — Cadê ela? – a voz de uma mulher soa — Delegada Leila, perdemos ela – o policial fala. — Que m***a c*****o – ela esbraveja – Precisamos pegar ela, se aquele maldito do Carioca a tirou de dentro da Penitenciaria é porque algum envolvimento essa garota tem com ele, ela pode ser a chave para tudo. Delegada Leila, era essa que tanto so meus parceiros estão falando, a que está investigando tudo no lugar do Kaique e pelo jeito quer morrer logo. — E agora? – o policial pergunta — Ela deve ter retornado ao morro, ela deve ter sido uma isca para nos atrair para cá, vamos sair – ela fala – antes que alguém atire em nós. Esperta é ela, mas não foi uma isca, não dessa vez, foi apenas a Perpetua sendo uma i****a, eu olho para Perpetua que me encara com o olhar de medo. — Porque Kaique está atrás de você Perpetua? – eu pergunto para ela e ela me encara – é melhor você falar logo, se não eu te mato. Ela segura em minhas mãos tentando abaixar a minha mão que tampa a sua boca, até que ela consegue. — Não me mata, por favor. — Porque ele está atrás de você? – eu pergunto para ela – anda sua v*******a me fala, porque Kaique está atrás de você sua desgraçada? Qual é o verdadeiro motivo? Você está me enganado sua p**a? – o coração de Perpetua está acelerado e era nítido que ela estava quase tendo um treco. Capítulo 45 Kaique narrando O choro das duas meninas no lado de fora da casa me chama atenção enquanto eu espero ansioso pela ligação de um dos policiais que é o meu braço direito. Desde que eu descobri que Perpetua se envolveu com Carioca lá dentro, eu vi que ela fez isso para se proteger, porque ele estava naquele maldito dossiê que ela tinha conseguido sobre mim. Ela não era tão burra como eu pensava, porém eu não iria deixar ela ir longe com essa história, eu ia acabar com tudo isso o mais rápido possível. Meu telefone toca e era o policial. — Me diz que você está trazendo ela? – eu pergunto no telefone. — Kaique – ele respira fundo – Não conseguimos pega rela. — Como assim não? – eu esbravejo. — Ela deve ter voltado para o morro. — Seus incompententes vocês precisam encontrar ela e trazer ela para mim – eu grito no telefone. — Vamos continuar procurando – ele fala. Eu desligo o telefone na cara dele e começo a chutar tudo dentro do escritório, não tinha jeito eu teria que ir eu mesmo atrás de Perpetua e trazer ela e para isso eu iria ter que tramar um plano para entrar no morro. — Alo , é o Kaique – eu falo no telefone. — Kaique? – a voz dele soa no outro lado do telefone. — Você está no alemão, não? — Estou – ele responde — Preciso de uma ajuda sua. — Que ajuda? – ele pergunta — Tem alguém dentro do morro que me pertence, eu quero o passo a passo da vida dela. — Quem é a pessoa? – ele pergunta — Perpetua – eu respondo — Perpetua? – ele pergunta — Eu quero todos os passos dela. — Ela está com Carioca – ele responde – dormindo com ele, na casa dele e parece feliz. — Eu quero essa v***a viva aqui para eu m***r ela mas antes eu preciso tramar um plano. — Seja rápido – ele fala – porque Carioca já imagina que você está vivo. — Filho da p**a, eu quero todo o passo a passo de Perpetua ai dentro. — Relaxa – ele fala – eu vou te mandar tudo que você quer. Eu desligo o telefone e pego a foto da Perpetua com as meninas que eu tinha no escritório, no começo eu até senti algo por você, mas agora eu quero que você morra. — Querido – Hanna fala entrando no escritório – vamos almoçar? — Eu já vou – eu respondo — As meninas já almoçaram – eu a encaro vendo o rosto dela todo roxo depois da surra que eu dei nela. — Passa uma maquiagem em seu rosto, eu não quero em aborrecer enquanto estiver comendo na mesma mesa que você – ela engole seco – anda Hanna, eu mandei agora. — Sim, vou fazer isso – ela fala saindo
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