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985 Palavras
começa a rir, mas são baleados por mais de 300 armas atirando neles sem parar, eu abraço Beatriz forte. Não queria perder meu tempo torturando eles, eu perdi tempo de mais procurando minha filha , sem encontrar eles, a única coisa que eu queria ter certeza era que esses filhos da p**a estão mortos. Capítulo 45 ALGUMAS SEMANAS DEPOIS... BEATRIZ NARRANDO Meu pai tinha retomado para o conselho da máfia junto de felipe, tinha retomato para a sua máfia e voltaod a ser o chef da máfia australiana, minha tia Maria estava morando aqui e ajudando meu pai, a coitada tinha sofrido tanto. Renato era o braço direito do meu pai , Felipe continuava chef da máfia francesa e presidente do conselho e eu? Eu era apena a mãe desse nenê lindo que está vindo ao mundo, curtindo a minha gravidez e tudo que ela está me proporcionando. Eu passei o tempo todo querendo vingança, torturar quem tinha feito m*l aos meus pais, quem tinha estragado a minha vida, no começo achei que meu pai tinha deixado a morte deles ser muito leve mas dpeois eu entendi o que ele queria, a gente passou tanto tempo vivendo a vida da forma que eles queriam que a gente vivesse, eles tiraram tanto tempo de nós, tiraram pessoas importantes e moldaram as nossas vidas como eles queriam, que agora não valia a pena perder mais tempo, a única coisa que a gente tinha que ter certeza era que esses filhos da p**a estariam mortos e ponto final. A mãe do Felipe me contou a história toda e eu pode entender um pouco mais de tudo, desde o ínicio do relacionamento dos meus pais até o fim, ela estava sempre com eles, mesmo depois que tudo aconteceu, os irmãos do Felipe continuaram seguindo a vida deles junto da máfia e fora, as coisas foram aos poucos entrando no ritmo. Felipe era respeitado por todos e a gente tinha se casado em um casamento simples mas típico da máfia, com todos os chefs de máfia e do conselho da máfia também, um casamento muito feliz e alegre, a gente estava comemorando o nosso casamento em uma festa na sede da máfia francesa, muitas felicitações e muita alegria. — Você está se sentindo bem? – Felipe pergunta me vendo um pouco pálida. — Eu acho que o bebê vai nascer. — Como? – ele pergunta — O Bebê vai nascer – eu falo olhando para o chão e levansto meu vestiod de noiva – a bolsa estourou. — Ok – ele fala – vamos sair sem alarmar do casamento. A gente vai para os fundos lentamente e ele me elva para o hospital e no caminho liga para o doutor Vinicius, alarmar o nascimento do nenê com tanta gente poderia colocar a nossa vida em risco, aos poucos as pessoas foram vendo o nosso sumiço e começaram a ligar. — Chega logo – eu grito — Calma estou dirigindo – ele fala — Estou tendo muita contração – eu falo respirando fundo e soltando baixo a minha respiração. A cada contração eu faiza isso, paramos o carro e vamos direto para dentro e Vinicius nos leva para o consultório. — Ta doendo muito – eu falo nervosa e felipe pega na minha mão. — O bebê estava sentado a ultima vez – Vinicius fala — E isso quer dizer o que? — Que você vai ter que fazer uma césarea – ele fala — Eu MORRO DE MEDO – eu respiro fundo — Estou aqui com você – Felipe fala pegando na minha mão e eu sorrio para ele. Doutor Vinicius faz os exames e se confirma que eu teria que fazer realmente uma césarea. Eu fico nervosa, eu morria de medo de qualquer cirugia, era uma coisa que eu tinha na minha cabeça, eu tomo anestesia e Felipe me dar as mãos, ele beija a minha testa e eu fico nervosa. Fico pensando que em alguns minutos eu realmente viraria mãe e teria um serzinho que depende de mim completamente. Meu coração está saindo pela boca e Felipe me encarava com seus olhos, ele tentava me acamar com palavras doces mas era impossível. — Eu te amo – ele fala me encarando — Eu também te amo – eu suspiro para ele. E é quando a gente escuta o choro do nenê, eu abro os olhos rapidamente e abro um sorriso, a enfermeira traz o nosso menino para perto de nos e as lagrimas desce nos meus olhos automaticamente, trazendo uma sensação de uma alegria imensa dentro do meu coração, que eu jamais tinha sentido na minha vida. Eu acredito que deveria ter sido essa mesma sensação que minha mãe sentiu quando eu nasci. — Ele é lindo – Felipe fala — Ele é perfeito – eu respondo — Obrigado meu amor – Felipe fala beijando a minha testa – você é maravilhosa. Eu sorrio para ele. — Eu amo você e a nossa família – eu falo pasra ele. (...) Dias se passaram e fomos nos acostumando com a rotina do recém chegado, meu pai babava aquele menino o tempo todo. — Futuro chef da máfia francesa – meu pai fala com ele no colo e eu os encaro – esse será digno de todos os títulos assim como pai. As vezes eu me assustava em escutar isso, mas sei que era o destino, Felipe beija a minha testa e eu abro um sorriso. Ver meu pai, Renato, Felipe junto do nosso filho, me fazia feliz e agora eu tinha certeza que a gente estava em paz, que tudo tinha acabado e que a gente seria feliz para sempre. E a minha mãe, sempre estaria com a gente, não importa onde ela estiver, sei que nesse momento está feliz por mim. Eu sorrio e agradeço a Deus pela primeira vez por tudo. Minha família reunida e em paz
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