Capítulo 39
Beatriz narrando
Eu olho para os dois e me levanto um pouco confusa, eu ando por aquele escritório de um lado para outro, passando a mão o tempo todo pela barriga já que o bebê estava super agitado e eu também.
— Bea – Renato me chama e eu olho para ele – me perdoa por nunca ter te contado a verdade, mas para mim também era difícil, eu vi a nossa mãe enlouquecer dia após dia, eu fui o primeiro a encontrar ela morta, ela sempre me dizia de você, o quanto eu iria amar a minha irmã, eu comecei rastrear todos os passos de Antonio até que encontrei e não pensei duas vezes em ficar com você, aquela garota maluca explpsova que você ainda é, mas que me acolheu e confiou em mim e me ensinou tanta coisa – eu abro um sorriso para ele – não podemos dizer que não temos uma aliança forte, a gente tem.
— Obrigada por tudo – eu falo abraçando ele forte – eu sempre te considerei meu irmão sem saber quem você era.
— Bea – Meu pai se aproxima – estou feliz de ter você de volta , os meus dois filhos de volta , eu acho que isso era o que a sua mãe mais querida e não importa onde ela estiver, eu sei que ela está aqui agora com a gente e feliz por isso.
Ele me abraça e depois abraça Renato, eu imagino o quanto que deve ter sido difícil para ele também, Felipe entra um pouco depois dentro do escritório.
— Não brigue com o Felipe – Renato fala – ele nunca quis o teu m*l.
— Hernandez , passou para ele a missão de te encontrar e te proteger e foi isso que ele fez incansavelmente – meu pai fala – pelo jeito te protegeu até de mais – meu pai fala olhando para minha barriga.
— É mas a sua filha resolveu entrar em guerra comigo – Felipe me responde
— Você mereceu seu mentiroso – eu falo
— Você reergueu a máfia Australiana, você tem o sangue da sua mãe, determinada, autentica e levemente explosiva – meu pai fala – agora que você já sabe toda a verdade, podemos ficar mais tranquilos, podemos enfim ficar juntos e correr atrás do tempo perdido, só que ainda não está nada seguro.
— Antonio e aqueles dois estão em Marrocos – Felipe fala – e você é o alvo principal, ainda mais por causa do bebê.
— Por sua culpa, porque essa criança é seu herdeiro.
— Também – Felipe responde – mas Antonio jamais vai aceitar te perder, querendo ou não, você é um novo projeto dele assim como a sua mãe foi, por isso Beatriz, agora que você sabe toda a verdade, sabe que tudo foi necessário, confia em mim, confia em nós.
— Eu confio.
— E não sai agindo que nem uma doida – ele termina de falar.
Capítulo 40
Felipe narrando
Eu entro dentro do quarto onde a Bea está e a mesma está passando um crime pela barriga dela que estava enorme, ela me encara através do espelho.
— Você viu o que você fez comigo? – ela pergunta
— Quer que eu te peça desculpa de novo? – eu pergunto – achei que – ela me interrompe
— Colocou essa criança dentro de mim e olha a baleia que eu virei, meus pés estão inchados, meus cabelos caindo, espinha pela cara, olha o tamanho dessa barriga, tem que ficar passando 500 cremes para não ter estria, tirando a fome que eu tenho 24h por dia – eu me aproximo dela – ânsia de vomito, tontura, insônia e vontade de dormir, tudo ao mesmo tempo e o pior de tudo, com essa gravidez estou extremamente extressada – eu abro um sorriso
— Isso você sempre foi – ela me encara – você está linda minha Bea, - eu falo beijando seu pescoço.
— Eu odeio você e amo você ao mesmo tempo, que vontade de te m***r e ao mesmo tempo de só ter você na minah vida par asmepre – ela suspira.
— Eu também te amo – ela se vira e eu passo a mão pela sua barriga – e essa criança também.
— Quando VAMOS TER UMA VIDA NORMAL? – ela pergunta
— Acho que nunca né? – eu falo – podemos apenas harmonizar ela – Bea me encara – mas eu prometo que irei equilibrar tudo.
Ela me encara e apenas assente com a cabeça, ela fica na ponta dos pés e encosta os seus lábios no meu e a gente começa a se beijar, sua boca tocando na minha e eu começo a passar a mão pelo seu corpo.
— Estava com saudade disso Felipe.
— Eu também minha Bea, eu não quero mais ficar longe de você e nem brigar com você.
— Nem eu.
Eu continuo beijando a sua boca e ela vai me empurrando em direção a cama, eu abro o seu sutiã e ela começa a abrir a minha camisa, a minha boca percorria a sua e ela mordisca a minha boca, as minhas mãos passeia pelo seu corpo e eu tento virar ela e ela n**a.
— A barriga está enorme – ela resmunga e me empurra.
Eu caio na cama e tiro a minha calça abaixo a minha cueca e ela abaixa a sua calcinha, ela vem por cima de mim ajeitando seu corpo em cima do meu, meu p*u vai encostando lentamente em sua i********e, ela se ajeita de diversas formas e a barriga parecia incomodar, eu tento ajeitar ela e nada.
— Assim – ela fala ficando sentada completamente em cima de mim – Não – ela resmunga.
Ela sai de cima de mim e me faz levantar.
— Calma – eu falo para ela
— Não, essa criança não vai me impedir de nada – ela suspira
— Bea – eu chamo ela – você está revoltada.
— Estou com t***o Felipee não revoltada – ela grita e eu começo a rir.
— Então deixa que eu te arrumo – eu puxo ela pela cintura.
Encosto ela contra as costas da poltrona que tinha no quarto e começo a beijar seu pescoço, desço minha mão pela sua i********e e beijo a sua boca para ela ficar em silêncio, eu a levo para cama e coloco ela de quatro, passo as minhas mãos pelas suas costas e agarro em seus cabelos, a outra mão passo as pontas dos dedos pelas suas contas arrepiando ela por inteiro, ela geme quando introduzo meu p*u dentro dela, começando com penetrações leves e aumentando a estocada, segurava em sua cintura e ela puxa o travesseiro para apoiar a sua barriga, até que escutamos tiros e xplosão.
— Ninguém vai me impedir de gozar não – ela diz e eu coloco a minha calça rapidamente e ela coloca um vestido e a calcinha, eu pego a arma na mão.
Eu olho pela janela vendo os homens começarem a se organizar.
Era Antonio!