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1407 Palavras
Capítulo 37 Antonio narrando Nós três e mais cinco homens encontramos o local, de longe dava para avistar era no meio do nada e só tinha ele, era uma potencia gigante. — Isso é muito maior do que a gente imaginava – Saimon fala — Frederico – eu respondo – isso era o sonho de Frederico. — Mas ele está morto. — Tem duas hipóteses, o pai de Felipe o Hernande continuou o legado e Felipe não desistiu ou Frederico nunca morreu. — Frederico nunca morreu? – Saimon pergunta – então Sophia está viva. – eu o encaro. — Não sei – eu respondo – é isso que vamos descobrir; — Entrar lá dentro é suicídio – Samuel fala – olha isso, afábrica mesmo é a própria bomba. — Suicidio é a gente não entrar. — Estamos em 7 homens, não seremos nada para eles – Samuel fala – o melhor é esperar eles saírem e a gente pegar a Beatriz, ela está grávida do chef da máfia francesa, um herdeiro da máfia , Felipe irá fazer qualquer coisa para ter ela de volta. — Nem pensar, vamos entrar lá agora, quero descobrir quem está vivo – Saimon fala — Não – ele fala – eu não irei — Então você vai embora – eu falo — É isso que eu vou fazer – Samuel fala. Ele sai andando porém, ele pisa em uma mina explosiva e a mina explode com ele, Saimon dar um grito e a gente encara seu corpo despedaçado indo para todos os cantos. — Cuidado – eu falo – isso aqui está cheio de Mina. Beatriz narrando Eu estava em pânico com todo esse lugar, eu sempre imaginei que era uma fábrica, mas não imaginei que era uma potencia toda, isso aqui era exatamente os projetos que o meu pai montava em sua mesa e eu pequena ficava ao seu lado, eu me lembro, começo a me lembrar desses momentos na infância, o bebê começa a se mexer muito e com certeza era por causa dos mistos de sentimentos que eu estava sentindo nesse momento, o meu coração palpitando quase saindo pela boca me deixava ainda mais eufórica com essa situação toda, eu não sei certo o que pensar, eu estava com meu emocional totalmente alterado e as lembranças da minha infância vindo e indo o tempo todo. — Entra – Felipe fala abrindo lentamente uma porta – eu vou está aqui fora , qualquer coisa me chama. — Você não vai entrar? – eu questiono — Ainda não – ele fala – só você e o Renato – eu aruqieo a sombrancelha — Porque Renato? – eu pergunto — Você vai entender lá dentro – Renato responde. Capítulo 38 Bea narrando Um pouco confusa com o fato de que Renato tinha que entrar comigo, mas abro a porta e entro com ele, é quando eu vejo um homem olhando pela janela, era como se eu tivesse entrando no escritório do meu pai quando criança, o cheiro do seu perfume, o seu cheiro era o mesmo, meu pai tinha essa mania de olhar para a janela sempre analisar as coisas que estão acontecendo em sua volta e foi isso que eu encontrei, eu encontrei ele dessa forma, eu fico paralisada e a porta atrás de mim se fecha e ele se vira me encarando, ele paralisa assim como eu paraliso e um sorriso nasce. — Minha pequena Bea – ele fala andando em passos rápidos até mim e para na minha frente , seus olhos estão cheios de lagrimas – que já não é tão pequena assim – ele passa a sua mão pelo meu rosto e uma lagrima desce pelo meu rosto – eu te procurei tanto por todos os anos, você não tem noção o como me culpo por tudo que você passou. — Pai – as palavras finalmente sai dos meus lábios e eu o abraço forte e começo a chorar – Pai . Abraçar ele era como se eu tivesse voltando na minha infância, quando eu tinha meus 4 anos de idade, seu abraço era o mesmo, o seu cheiro era o mesmo e a sensação de está em seus braços era o mesmo quando eu era criança. Porque tudo foi tirado de mim? Porque eu fui impedida de crescer com os meus pais? Quantas coisas boas eu poderia ter vivido ao lado deles, eu olho para o seu rosto. — E cadê a minha mãe? – eu pergunto para ele o suspiro da sua voz sai em um tom preocupado e até mesmo triste – cadê ela? Os dois estava naquela sala, se você está vivo porque ela não está aqui também? Ela está em outro lugar? Me leva até ela? – eu questiono e ele me encara sem piscar. Frederico narrando Ela me olha esperando uma resposta, eu a encaro tentando escolher as palavras certas para explicar tudo para ela. — Vem – eu falo pegando em sua mão – Bea senta aqui. — Cadê ela? — Eu vou te contar desde o começo – eu falo para ela e ela me encara. Eu e ela nos sentamos e Renato se senta ao meu lado. — Cadê ela? – ela repete mais uma vez e coloca a mão sobre a sua barriga. — Quando eu descobri que sua mãe tinha se envolvido comigo por um motivo, eu fui atrás da verdade, a história tinha sido escancarada para Deus e o mundo, e não tinha como tirar ela viva sem passar pelo julgamento, no dia do julgamento, Hernandez concordou em que a fumaça fosse apenas para dormir e todos achariam que era para m***r em troca disso, eu faria tudo isso funcionar. — Então ela ficou viva? – ela pergunta — Ficou – eu respondo – sua mãe estava grávida de 3 meses de um menino, a gente descobriu depois, ela deu a luz a ele aqui em Marrocos. — Eu tenho um irmão? – ela pergunta — Tem – eu respondo – só que a sua mãe passou por coisas horríveis, Antonio aproveitou a situação, aproveitou que eu ainda confiava nele e me traiu e te levou para longe e a gente não sabia onde você estava, o que ele tinha feito com você e se você estava viva, os traumas de tudo que sua mãe passou com Samuel, Saimon e Antonio começaram a vir a tona, a sua mãe tinha pesadelos que você estava passando pelo mesmo. Ela começou a – eu olho para ela – enlouquecer aos poucos, essa é a palavra mais certa a dizer, todos os seus traumas, tudo que fizeram com ela, fez com que ela fosse enlouquecendo aos poucos, era torturante ver a sua mãe da forma que ela ficou, ela chamava por você todas as noites, o seu maior desejo era que eu te encontrasse viva. — Ela está em uma clinica psiquiátrica? – Bea pergunta – é isso? — Não Bea, sua mãe se matou a dez anos – eu falo – seu irmão tinha dez anos de idade – Bea engole seco e eu também – ela não aguentou tudo, tomou muito remédio e morreu dormindo, agarrada em uma foto de nós três – as lagrimas descia sem parar pelo rosto da Bea. – ela sempre te amou muito e você e seu irmão foram as melhores coisas da vida dela. — Ela fez isso pro causa daqueles monstros – Bea fala – por causa daqueles filhos da p**a, eu sempre soube que eles era o culpado pela morte da minha mãe e eles são. — Eu fui te encontrar só depois pelo Felipe, quando ele assumiu a máfia e se comprometeu a me ajudar a encontrar você, só que nisos seu irmão já tinha tomado cometa está ao seu lado e te tirar das mãos do Antonio, seu irmão te encontrou muito antes de nós, te dando suporte, te ajudando, te auxiliando e depois te levando até Felipe, só que a gente te encontrou com sangue nos olhos por uma vingança, você foi treinada pelo seu tio e a gente enão sabia até onde ele tinha ido, a gente não queria que acontecesse a mesma coisa com você que aconteceu com a Sophia, Felipe te protegeu o tempo todo. — Quem é meu irmão? – ela pergunta — Eu sou seu irmão – Renato responde e Bea o encara – agora eu posso falar a verdade.
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